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Monday, February 01, 2010

Ordem na vida digital: A web 2.0

O termo "web 2.0" é utilizado para expressar a existência da internet onde o usuário consome e produz conteúdo. A diferença deve ser um conceito pouco assimilado pelos mais jovens, que não viram a época que até javascript era novidade. A transição foi complexa e lenta, mas hoje, com produtos como o Google Wave, delicious, Blogger, wikipédia, etc. o conceito web 2.0 ficou perfeitamente definido através do que podemos chamar de "programas online".

Permita-me definir que um programa online é qualquer programa que funcione em um servidor remoto e é acessado pelo navegador do computador local. Como exemplos de funcionalidades, podemos citar o cliente de e-mail e leitores de rss online, e também produtos como calendários, editores de textos, planilha e apresentação, gerenciadores de tarefas, gerenciadores de referências, tradutores, editores de imagens. Também há programas mais específicos, como o programa que me permite descobrir qual é o comando LaTeX de um símbolo ou letra que eu desenhei na tela.

Essa nova geração tem características bem interessantes que merecem alguma discussão.
  1. Disponibilidade. Há dois tipos de disponibilidade aqui. O primeiro é a confiança de que o programa vai estar no ar quando você estiver conectado. O segundo é a disponibilidade offline do programa.
  2. A privacidade. Partindo do pressuposto de que não estamos lidando com criminosos ou pessoas má intencionadas, o que significa nos preocupar com a privacidade ?
  3. Recursos disponíveis no programa escolhido.
  4. Compatibilidade de formatos de arquivos.
Disponibilidade. Como acessar o programa online sem internet ?

O uso do Google Gears é a melhor forma que conheço de resolver esse tipo de problema. Entretanto, o HTML 5.0 permitirá o uso offline de programas online sem qualquer extensão de navegador. Sendo assim, é uma questão de tempo até que todos os programas estejam disponíveis para uso offline. Até lá, o uso de programas que utilizem os recursos de Google Gears é a melhor solução para esse tipo de problema.

Há vários programas que utilizam o Google Gears e nem todos são do Google, ou seja, é um produto bem abrangente, mas não são todos os programas que usam esse recurso. Um exemplo disso é o Blogger, a plataforma que uso para escrever esse blog e que é do Google. Curiosamente, enquanto eu escrevia esse texto a internet caiu e eu não pude fechar a janela do navegador enquanto ela não tivesse voltado. Claro que eu poderia contornar isso usando um programa de desktop ou outro programa online que tivesse Google Gears, mas a simples expressão "contornar isso" representa o fracasso de um modelo.

Eu considero esse ponto um problema crucial. Eu não utilizaria o Google Docs, por exemplo, se eu não tivesse plenas condições de acessar meus documentos quando fico sem internet.

De qualquer forma, eu somente posso acessar os meus documentos sem internet do meu computador pessoal, o que para mim é perfeitamente aceitável.

O outro ponto é a disponibilidade online. Suponha que eu não tenha Google Gears, mas tenha internet. Então é importante que eu acesso o programa. Problemas acontecem, mas é de se desejar que eles sejam insignificantes e que não atrapalhem sua vida. E digo isso do seguinte ponto de vista: não acessar o Blogger não é um problema, o problema é não acessar o Google Docs quando eu realmente precisar dele.

Um ponto importante é testar se a disponibilidade offline está funcionando. Eu já fui pego de surpresa por erro meu ao habilitar o recurso.

O problema da privacidade

Há várias questões aqui. Primeiro vamos partir do princípio de que a empresa não será 100 % responsável.

Esse caso, que é muito grave, dependendo do tipo de empresa, é equivalente a colocar seu nome em uma procuração em branco. Imagine se a empresa em questão tem o número do seu cartão de crédito e verá bem o que quero dizer. Mas isso é um problema criminal, não ideológico. Então, eu fico por aqui.

O segundo ponto é: a empresa tem uma política de privacidade e a respeita (ou pelo menos se compromete com ela). E daí ?

Daí que eu me lembro do caso de uma operadora de cartões de crédito que "perdeu" milhares de números de seus clientes na Inglaterra. Não sei se ela teve um comportamento adequado ou não, nem me lembro direito do caso, mas sei que perder vários números de cartão de uma hora para outra não é algo que ela, empresa, gostaria que acontecesse. Pelo contrário, ela foi a grande prejudicada, pois um a vez quebrada a confiança muita gente não irá reconsiderar o fato.

Assim eu levanto a grande questão que é o fato de que não há real e permanente segurança em nada que esteja realmente conectado na web ou fora dela. Por exemplo, minha mãe nunca tinha comprado nada em lojas online ou por telefone quando teve seu cartão de crédito clonado, mostrando que o problema de privacidade não é um problema único de quem usa a web. Acontece. E quando acontece, é ruim.

Resumindo, não coloco na web nada que possa ser considerado uma informação crítica sobre mim, e tenho o hábito de dar esse conselho a quem me pergunta. Ainda assim, note que há produtos feitos para gerenciamento financeiro via programa online. De forma que embora esse seja meu hábito, há outras pessoas que não compartilham dessa mesma opinião. E mesmo no meu caso pessoal, eu faço compras pela internet. E então, como ficamos ? Eu não tenho que confiar a transação, na loja, etc e tal. Mas que confiar na qualidade da loja, na qualidade do serviço técnico da loja, que não é algo fácil de se medir.

E que fique claro que nesse momento estamos falando de empresas que investiram em tudo que é possível investir para garantir a privacidade do cliente. Meu ponto é: tudo que é possível nem sempre é suficiente e isso não se aplica apenas em relações empresa/cliente feitas através de computador.

Um terceiro ponto é que mesmo no cenário perfeito do ponto anterior, todas as grandes empresas da web possuem uma política agressiva de fornecimento do programas para todas as áreas e captação de usuários. Fala-se muito do Google, que possuí uma lista muito longa de produtos que podem representar quase tudo que você faz online, mas não acho que seja mérito do Google. A Microsoft, o Yahoo! e o Zoho possuem o mesmo tipo de política, somente não são tão bem sucedidos quanto o Google.

A grande questão é que nós queremos integração. Queremos poder abrir o arquivo de documentos ou PDF facilmente na suíte de escritórios online ou a partir do e-mail marcar um compromisso.

De forma que não é trivial utilizar um serviço e não usar um outro de uma mesma empresa.

Veja só o que acontece comigo com relação ao Google. Eu uso o Gmail. Por causa disso, eu uso o Google Docs, o GTalk e o Google Calendar. E a palavra chave é integração. São serviços integrados e complementares.

Eu uso o Blogger antes desse ter sido comprado pelo Google e o Picasa por que quando eu uso o Blogger o Picasa é usado e todos os outro serviços para armazenar imagens que eu tive tiveram sérios problemas e me deram muita dor de cabeça (acabou que eu escolhi esse programa mesmo, devido ao fato de que nunca me dei muito bem com o Flickr).

Eu uso a busca do Google (francamente, todo mundo usa !) e por estar logado no Gmail, eu estou usando o histórico de busca (embora eu realmente não abra a página desse histórico). Além disso, as listas de discussão do Google Groups quase exigem uma conta Google e o uso do Gmail (não é obrigatório, mas dá um dor de cabeça quando não é usado !).

E os outros programas ? Eu queria mesmo desabilitar o iGoogle, mas volta e meia e volto para a minha página vazia dele. O Orkut é uma questão cultural. Não é que eu use, mas como dar as costas ao sistema ? Além disso, ele não era do Google quando ficou famoso. Ainda temos o YouTube, mas não fui eu quem escolheu o YouTube, que para quem não lembra, ele também não era do Google quando ficou famoso.

O que quero dizer é que os produtos integrados ao Gmail possuem um nível de sucesso (comigo) muito maior que qualquer outro produto Google, com exceção dos que foram comprados pelo Google quando já eram famosos. Os demais são esquecidos, por exemplo, quem se lembra do Google Notebook ou do Knol ? O primeiro foi "fechado" (pararam o desenvolvimento) o segundo, bem ... eu nunca fui direcionado para uma página do Knol na vida, o que induz a crer que ele não tem uma popularidade tão alta assim ...

E como eu disse, essa política de relação com o cliente não é exclusividade do Google, ele apenas teve mais sucesso que os concorrentes. O Zoho é bem pior, é tudo numa única grande interface, a Microsoft até tenta ser igual ao Google, e o Yahoo, bem, eu não consigo entender como o Yahoo perdeu o bonde, mas enfim, parte da política do Google parece ter sido criada pelo Yahoo. Coisas como o "My Yahoo!", disco online, etc, tinha o mesmo perfil do que o Google faz hoje, o Yahoo apenas dormiu demais e quando acordou com o Flickr e o delicious nas mãos já tinha perdido muito terreno. Mas até onde eu sei, o "Yahoo Mail!" ainda é o sistema de e-mail mais utilizado do mundo.

Para alguns, o ideal para preservar nossa liberdade seria pulverizar o uso dos produtos de acordo com as empresas. O grande problema disso é que é difícil fazer isso e ao mesmo tempo manter a integração necessária para uma boa fluência no trabalho. Além disso, minha opinião pessoal me diz que isso somente aumenta o número de problemas. Antes você se preocupava com a privacidade de uma empresa e agora vai se preocupar com a privacidade em várias empresas.

Esse problema é grave ? Sim. É muito grave. E a única foram de resolver definitivamente esse tipo de coisa é não utilizando produtos online. Do cliente de e-mail ao gerenciador de bookmarks. Cada um com o seu programa no desktop. O que uma pessoa precisa é de uma conta de e-mail. E muito provavelmente, um ID para comunicador instantâneo.

No meu caso particular, eu iria continuar usando o Blogger para escrever (o que eu não seria obrigado se contratasse uma hospedagem própria) e isso me faria ter o Picasa ativo. Além disso, eu não preciso mais nada.

Note que essa é uma decisão agressiva que preserva sua privacidade ao máximo, mas te faz voltar a era da "web 1.0".

A pergunta que fica é: até que ponto vale apena usar um programa online ? Melhor dizendo: o que o programa online te oferece que o de desktop não oferece ?.

Eu uso programas online porque na maior parte das vezes eu divido o meu tempo na frente de mais de um computador. Assim, acessar meu e-mail e lista de tarefas é algo muito mais simples e fácil por estar registrado na internet. Do Google, eu selecionei 4 produtos: a busca, o Gmail, o Google Reader e o Blogger. O restante é conseqüência.

Quais são minhas alternativas ?

Usar outra busca na internet ? Não... definitivamente não. Isso não é alternativa. Posso até usar mais um sistema de busca, mas não posso usar apenas outro sistema. O Google se tornou sinônimo de processo de busca de informação na web.

Posso usar um cliente de desktop para ler meus e-mail. Isso significa que os anexos serão baixados de qualquer forma. Sendo assim, o uso dos programas locais é a melhor solução para visualizar anexos. Note que isso não me livra de ter um servidor de e-mails de alguma empresa externa. A alternativa para isso seria montar um servidor em casa e colocar ali o seu servidor de e-mail e internet. Mas eu não vou fazer isso... não tenho infraestrutura satisfatória para isso.

A questão de onde colocar o blog também passa por esse ponto. Ou eu mantenho no Blogger (ou qualquer outro serviço online), ou eu contrato uma hospedagem, ou eu monto um servidor em casa. Descartando a última opção, resta duas. Uma custa dinheiro e a outra não. Uma acaba quando eu parar de pagar e a outra poderá (imagino) ser encontrada séculos depois de eu ter falecido.

No lugar do Google Reader eu deveria usar um programa de desktop.

E essa é uma excelente solução. Ao usar um programa de desktop, "ninguém saberá o que você lê" (quero dizer, você não deixa rastro dentro do Google ou de outro serviço qualquer). E isso, muito mais que o e-mail, revela muito sobre você. O lado desagradável fica por conta da incapacidade de compartilhar informações com colegas através do share que existe no Google Reader, certo ? Errado. Compartilhe a informação de qualquer página da web utilizando o bookmarklet "Note in Reader". Não precisa assinar o feed do Google Reader. Nem precisa de um feed. Isso permite a você utilizar o Google Reader apenas para compartilhar informação. Nem para ler, aqueles que acompanha você precisa do Google Reader (você pode utilizar o feed da pessoa que compartilha a informação).

Mas existem dois pontos que devem ponderar nosso exercício de migração. Sincronização entre dois computadores e disponibilidade de qualquer lugar. O primeiro problema é relativamente fácil de contornar através de scripts e outros pequenos códigos que fazem os arquivos de configuração irem de um lado para o outro. Há alguns inconvenientes no tamanho e formato de armazenamento dos emails que pode ser um obstáculo extra para quem não quer deixar as mensagens na web, assim como a diferença entre sistemas operacionais, mas ainda assim, é algo simples de resolver. O segundo ponto é mais complexo. Como acessar meu e-mail de um lanhouse ou qualquer outro computador genérico se todo o conteúdo dele estiver em um ou dois computadores específicos ? Eu não sei resolver esse problema e por isso uso o Gmail. Essa é a razão de eu utilizar o Gmail e suas conseqüências.

Para escrever esse artigo eu fiz um teste de como seria a migração do Google Reader para o desktop. Eu ganhei privacidade. Além disso, eu não tinha "disponibilidade". Assim, por não ter acesso aos feeds quando estou longe do meu computador pessoal, eliminei uma distração e tornei-me mais produtivo.

Fiquei entre dois programas: o Akregator e o RSSOwl. O primeiro é parte do KDE e integra-se a esse com perfeição invejável. O segundo possui mais poder que qualquer outro programa do gênero que eu conheça, seja de desktop ou online.

Resumindo: Tudo funcionou perfeitamente bem. Quase não senti falta do Google Reader.

Não posso deixar de comentar o maior ponto negativo de utilizar um programa de desktop: o consumo de memória RAM. O Akregator, por exemplo, está consumindo incríveis 82 MB e o RSSOwl perto de 105 MB. É muito. Embora não seja tanto quando comparado com minha disponibilidade de RAM.

Recursos disponíveis no programa escolhido

Na maior parte das vezes, o programa online é mais fraco que o programa de desktop. Não apenas por causa do desenvolvimento recente desses, mas porque existe mais poder de processamento e memória usando um programa de desktop (isso é regra geral com exceções).

Entretanto, nem sempre mais é mais. As vezes, mais é menos. E essa afirmação pode ser aplicada facilmente nesse problema.

Além disso, as vezes achamos um programa para descobrir qual é o comando LaTeX de um símbolo ou letra que foi desenhado na tela e vemos que ele não tem nenhum equivalente de desktop.

Use a ferramenta certa para resolver o seu problema e ponto final.

A compatibilidade de formato dos arquivos

No mundo ideal isso não seria um problema. No meu mundo, tem sempre alguém que me manda um .docx que não abre do Gmail e abre errado no OpenOffice. Como nem sempre você pode pedir por um formato específico, eu tenho que contornar esse problema usando minha cópia do MS Office (sim, eu comprei a versão de estudante somente para resolver esses e outros probleminhas). E note que eu uso o LaTeX, Google Docs e TXT para escrever documentos, planilhas e apresentações. Várias vezes uso o OpenOffice para planilhas e raramente uso outra coisa.

O que eu poderia fazer ? Nós estamos ganhando a guerra dos formatos, mas a vitória está longe. Até lá, teremos anos de incompatibilidade legada que as vezes nem os desenvolvedores do programa fechado irá resolver, mas que de qualquer forma é um arquivo que deverá existir ou ser convertido. E nesse último caso, isso tende a demorar um pouco. Nós não "devemos sonhar com a utopia e viver o agora" (ou algo parecido com isso !!! - Nem me lembro se foi Darcy Ribeiro ou Paulo Freire quem disse isso) ? Pois bem...

Eu e a Web 2.0

Gosto de programas online.
Gosto do delicious e da capacidade de gerenciar bookmarks independente do navegador e sistema operacional (em breve, um artigo sobre esse tema).
E do Remember The Milk para gerenciar minhas tarefas.
E do Google Reader para os feeds.
Gosto do Gmail. Para mim, a melhor interface para gerenciamento de e-mails que existe hoje. Inclusive, eu uso o Gmail para gerenciar outros e-mails. Como já disse, o uso do Gmail leva a comodidades e essas comodidades a um par de programas do Google.
Além disso, utilizo a busca do Google e por conseqüência, uso por omissão a configuração padrão de programas que eu não gosto tanto assim, mas vem no pacote conta Google e sistema de busca.
O LinkedIn e o Orkut são as redes de contatos, profissional e social.
Eu não compartilho vídeos meus na web, os que compartilho ou vejo, em geral, estão no YouTube e foram colocados lá por outra pessoa.
E quem nunca usou a Wikipédia ? Pois bem, minha relação com ela é estilo web 1.0.
E tem as listas de discussão, e aí quem decide onde fica a lista é o dono dela, mas minha escolha é o Google Groups. Seja como for, o sistema de gerenciamento do Yahoo é igualmente exigente de contas e registros ao do Google.
Utilizo um número razoavelmente grande de aplicativos online, mas regularmente, são 7 aplicativos. O que não é um número muito grande.
Entretanto, um número interessante é em quantos lugares existe alguma informação pessoal e por informação pessoal, entenda, qualquer coisa além de nome e e-mail. A resposta é três lugares, o LinkedIn, o Remember The Milk e o Google (e aqui você entende tudo que é do Google, mas se pensar no Orkut, verá que é onde existe mais informações sobre mim).
Nem o Yahoo possui minhas informações pessoais. Note que em dois desses três sistemas há informações públicas porque eu quis que fosse assim (no Google e no LinkedIn).

Eu não me sinto ameaçado com essa questão de privacidade considerando os meus hábitos pessoais, mas considero que "1984" não é passado, mas futuro no qual nós não tivemos cuidado a partir desse presente que vivemos.

Embora eu, como tenho dito acima, goste de programas online, isso não significa que eu não me preocupe com eles. Pelo contrário, cheguei a um ponto que não faço mais cadastros na rede sem ter certeza de que é necessário e assim vou convivendo com a era educada do "Big Brother".

Conclusão

Procurei misturar meus hábitos, minha opinião e informações impessoais durante o texto. O objetivo é transmitir minha experiência e observações. Nada além disso.

Eu não vejo um futuro onde a tendência seja diferente em relação ao presente. O que eu vejo no futuro varia entre o desastre completo e o equilíbrio perfeito, mas isso é vocábulo.

Meu desejo consiste em ter um servidor em casa onde todos os programas que rodam na web possam rodar nele, de fato, por muito tempo fiz algo parecido utilizando o localhost para executar aplicativos até que isso se tornou um fator limitante e eu tive que abdicar dessa idéia. De qualquer forma, isso é utopia até mesmo para os utópicos.

A verdade é que programas online vieram e vão ficar. Nadar contra maré é gasto de energia. O que devemos é assegurar a todos que estamos dispostos a gastar energia caso as águas se tornem turbulentas demais para navegação tranqüila. Ao dizer que não somos reféns do sistema somente porque gostamos muito de utilizá-lo, nós damos um recado para dizer que concordamos com a Web 2.0 enquanto ela não ferir os nosso direitos à privacidade que desejamos.

No meu delicious (link direto para a tag relevante) você encontrará vários aplicativos online. Seja o link direto para o programa ou para páginas onde há listas de programas online. Outra fonte ampla de links de aplicativos web é o MakeUseOf.com, o site publica artigos regularmente com listas de aplicativos para pontos específicos. Algumas dessas listas também podem ser encontradas no meu delicious.

Use todas essas informações e links com moderação.

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