Depois de mais ou menos 2 anos e meio cozinhando esse script eu libero o "idhardware" (utilize o salvar como clicando no link com o botão direito). [update] Atualizei o arquivo para incluir a licença (GPL 3 ou superior). [/update]
Esse script executa uma série de comandos que permite identificar quase tudo que há no seu computador. Da versão da BIOS as últimas mensagens do log. Entre os programas executados temos o lshw, dmidecode, lspci, lsusb, hdparm, free, ifconfig, netstat, route, iptables, lsmod, dmesg. Além disso, vários arquivos são verificados, tais como /etc/fstab, /etc/mtab, /proc/meminfo, /etc/resolv.conf, entre outros.
O programa não vai dar erro se um aplicativo não existir nessa máquina, apenas vai incluir no output a informação "aplicativo não encontrado"
Para melhor uso e portabilidade eu não quis integrar o comando sudo ao script, mas muitos dos comandos requerem permissões administrativas. A saída está direcionada para a tela, porém a melhor forma é direcioná-la para um arquivo. Para dizer a verdade, considerando que é quase impossível ler o que está na tela caso tudo seja jogado no terminal, a única forma interessante de usar o arquivo é direcionando a saída para um arquivo.
Ou seja, eu sugiro que como root execute:
idhardware >relatorio.txt
Se preferir, utilize o sudo
sudo idhardware > relatorio.txt
nesse caso, alguns ajustes podem ser feitos, por exemplo, colocando o caminho completo da localização do arquivo, tipo:
sudo /caminho/para/o/local/de/idhardware > relatorio.txt
Antes de usar o script é necessário torná-lo executável digitando no terminal, no diretório onde está seu script, o comando " chmod +x idhardware " ou pelo seu programa gráfico favorito.
Tradicionalmente, um script desses irá ser alocado em "/usr/local/bin" ou no seu diretório binário pessoal "~/bin" a escolha é sua. Mas caso o caminho selecionado não seja reconhecido pelo comando sudo (ou pelo root) será necessário incluir o caminho completo para a execução do script.
Bom uso.
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Sunday, March 04, 2012
Monday, September 12, 2011
Portal da Lingua Portuguesa - Novo acordo ortográfico
Nas minhas andanças matinas pela internet descobri que há um portal da Língua Portuguesa (todo mundo devia já saber disso !!!) e, mais, descobri que há um programa, multiplataforma (Windows, Mac e Linux) que converte formatos antigos em formatos novos. Esse programa é chamado Lince.
No mesmo site descobri que existe uma lista de vocábulos que sofreram modificações (no formato Brasil, outros países e ambos), fazendo com que qualquer implementação de um shellscript conversor mágico (que eu não fiz ainda !) seja algo, por assim dizer, simples.
Particularmente, essa lista de vocábulos me parece muito interessante, devido as dúvidas que são continuas no que se refere ao uso do hífen. E ele incluir essas palavras, portanto, não dá para ignorar.
Há várias outras coisas legais no Portal. Não dá para ignorar e fazer de conta que não existe.
Me surpreendo apenas pelo fato de que depois de tanto tempo, somente agora eu tenha ouvido falar desse portal. E por acaso, pois observei, despretensiosamente, o link listado no link desse tópico (sim, múltiplas camadas de links) e descobri essa referência.
Lembrando a todos que o novo acordo ortográfico torna-se obrigatório a partir do ano que vem para todo e qualquer documento oficial produzido no País, seja você a favor ou contra a mudança.
No mesmo site descobri que existe uma lista de vocábulos que sofreram modificações (no formato Brasil, outros países e ambos), fazendo com que qualquer implementação de um shellscript conversor mágico (que eu não fiz ainda !) seja algo, por assim dizer, simples.
Particularmente, essa lista de vocábulos me parece muito interessante, devido as dúvidas que são continuas no que se refere ao uso do hífen. E ele incluir essas palavras, portanto, não dá para ignorar.
Há várias outras coisas legais no Portal. Não dá para ignorar e fazer de conta que não existe.
Me surpreendo apenas pelo fato de que depois de tanto tempo, somente agora eu tenha ouvido falar desse portal. E por acaso, pois observei, despretensiosamente, o link listado no link desse tópico (sim, múltiplas camadas de links) e descobri essa referência.
Lembrando a todos que o novo acordo ortográfico torna-se obrigatório a partir do ano que vem para todo e qualquer documento oficial produzido no País, seja você a favor ou contra a mudança.
Monday, October 25, 2010
Extensões para Firefox ou Chromium: versão definitiva
Existe uma primeira, segunda e terceira versão da minha lista de extensões para o Firefox. Agora eu não uso mais o Firefox e me cansei de gerar essas listas para o blog.
A versão definitiva é assim chamada porque na tag em questão você encontra apenas as extensões que eu estou utilizando atualmente no meu Chromium. Esse conteúdo será alterado conforme eu adicione ou remova extensões. Algo bem simples. A última versão da lista de extensões para o Firefox é a "última" porque passei a utilizar o Chromium (trivial, não ?).
Um link para a lista de extensões do Chromium será colocado na barra lateral desse blog para facilitar o acesso. Para os leitores, que como eu, utilizam alguma técnica para controlar a freqüência que devem ser lembrados de visitar uma certa página e tenha interesse de monitorar esse link, eu recomendaria visitas anuais. Embora a lista possa ser alterada semanalmente, dependendo do meu humor, a visita anual impede o stress desnecessário com esse assunto.
Esse tópico não irá impedir que eu comente sobre extensões do Firefox ou do Chromium se considerar que isso seja interessante.
Assim, divulgo a minha lista de extensões para o Chromium/Google Chrome e a última lista de extensões para o Firefox. Tenho usado o Chromium para tarefas do dia-a-dia reservando o Firefox para tarefas críticas, como acessar bancos, comprar pela internet, etc.
Acesse a última versão da lista de extensões para o Firefox.
Acesse a versão definitiva da lista de extensões para o Chomium/Google Chrome.
Acesse a última versão da lista de extensões para o Firefox.
Acesse a versão definitiva da lista de extensões para o Chomium/Google Chrome.
A versão definitiva é assim chamada porque na tag em questão você encontra apenas as extensões que eu estou utilizando atualmente no meu Chromium. Esse conteúdo será alterado conforme eu adicione ou remova extensões. Algo bem simples. A última versão da lista de extensões para o Firefox é a "última" porque passei a utilizar o Chromium (trivial, não ?).
Um link para a lista de extensões do Chromium será colocado na barra lateral desse blog para facilitar o acesso. Para os leitores, que como eu, utilizam alguma técnica para controlar a freqüência que devem ser lembrados de visitar uma certa página e tenha interesse de monitorar esse link, eu recomendaria visitas anuais. Embora a lista possa ser alterada semanalmente, dependendo do meu humor, a visita anual impede o stress desnecessário com esse assunto.
Esse tópico não irá impedir que eu comente sobre extensões do Firefox ou do Chromium se considerar que isso seja interessante.
Sunday, August 01, 2010
Criptografia
Para quem precisar proteger dados é fundamental conhecer algumas formas de criptografia. Não pretendo dar aulas sobre criptografia, mas expor dicas tão simples quando possível para o uso das ferramentas de criptografia.
O maior problema que eu vejo é que muita gente acha que porque existe uma senha, os dados estão protegidos. Isso não é verdade por três motivos:
Em todo caso, é importante ter em mente que com uma máquina atual e o Google, leva-se nos máximo uns 2 dias para decodificar a senha de um zip com 8 caracteres. O conhecimento para quebrar a senha está disponível na internet para quem souber procurar e tiver uma certa intimidade com a máquina (embora para essa do arquivo zip nem é preciso muita coisa !!!).
Firefox
Se você salva a senha dos sites no firefox, saiba que ela está salva sem proteção. Para habilitar alguma proteção, em "Preferences" na aba "Security" selecione "Use a master password".
Isso não é garantia de muita coisa, mas é melhor que nada.
E quando eu digo que não é garantia de muita coisa, o Read It Later possui uma extensão para Firefox que ecoa a senha desse serviço no terminal caso tenha chamado o firefox por ele.
Vim
O vim possui criptografia interna, mas isso também não deve ser visto como algo que vai realmente proteger de qualquer um, mas é complexo suficiente para a grande maioria da população. Esse texto explica muito bem como usar esse recurso.
GPG
Minha ferramenta preferida para criptografia de arquivos simples.
Fala-se muito das chaves do GPG, mas não tanto do básico.
Para encriptar arquivos, use:
Zip
Arquivos compactados aceitam senha, o mais famoso é o zip.
Para compactar aquivo ou diretório recursivamente no formato zip, use:
Esteganografia
A esteganografia é uma técnica que consiste em guardar arquivos dentro de imagens. Eu poderia dizer mais, mas eu não preciso fazer isso, pois já existe um excelente texto sobre o assunto.
cryptsetup
Esse aplicativo serve para encriptar volumes inteiros. Por volume entenda que ele pode ser um arquivo ou uma partição.
O Eustáquio Rangel explica como criar um volume encriptado para seus dados críticos. E na introdução aproveita para lembrar um caso exemplifica bem a utilidade da criptografia. E no Guia do Hardware encontra-se um texto que explica como fazer isso em um pendrive, que é o que pode ser aplicado a HDs (desde que não seja o root).
Note que nos dois casos existe uma etapa em que é usado o cryptsetup. Em cada caso é utilizado com opções diferentes, sugiro uma leitura do manpage do aplicativo para informação adicionais. Apenas gostaria de destacar a opção "--key-size", que define o tamanho da chave. Essa é uma opção que uso por considerar que o padrão (que enquanto digito esse texto é 128) já está mais do que ultrapassado.
De forma que uso:
cryptsetup --verbose --key-size 256 --verify-passphrase luksFormat /dev/sdb2
Há algumas coisas que não ficam claras nos dois textos, mas acredito que quem tiver algum interesse adicional além do "como fazer" conseguirá obter as informações nas páginas do manual.
Há um número significativo de aplicativo que podem ser utilizado para conseguir esse efeito, mas cryptsetup além de ser simples, também é eficiente.
Para guardar as senhas
De nada adianta ter um sistema de criptografia eficiente, com uma senha de 40 caracteres, se você guardar a senha no papel de parede !!! O KeePass é uma solução gráfica que ajuda na hora de criar senhas complexas e guarda essas senhas de forma criptografada. É um programa fácil de acha no seu GNU/Linux preferido, mas que também é multiplataforma, para "aquelas horas" ...
Particularmente eu prefiro a combinação de texto puro com gpg guardando o arquivo final dentro de um volume encriptado.
Conclusão
A criptografia sempre foi importante na história, mas na era da informação ela assume um papel fundamental em nossas vidas. Mesmo quem nunca nenhuma dessas dicas, já usou páginas com https, senhas de cartão, etc.
A paranóia está na cabeça de cada um. Por exemplo. Você pode usar o vim para guardar a senhas, esconder o texto resultante em uma imagem, criptografar o arquivo final com o zip, em seguida modificar a extensão para aumentar a dificuldade de alguém descobrir o que é aquilo, e depois usar o gpg para fazer nova criptografia. No final, você pode guardar dentro de um volume criptografado feito em um arquivo que por acaso pode ser compactado com senha e colocado dentro de um volume de HD criptografado. Só o processo em si é um segredo e tanto a ser descoberto.
Esse texto está longe de esgotar o assunto seja filosoficamente ou em termos práticos. Por exemplo, há pelo menos 4 programas famosos para criptografar volumes e eu nem falei da compactação com o rar. Quem tiver dicas legais para compartilhar, sinta-se livre para colocá-las nos comentários (mesmo que sendo um link para o seu blog com a dica...)
O maior problema que eu vejo é que muita gente acha que porque existe uma senha, os dados estão protegidos. Isso não é verdade por três motivos:
- senhas fracas (quase sempre por serem curtas) é o mesmo que não ter senha.
- os algorítimos de criptografia nem sempre são tão bons quanto parecem. Quando o algorítimo é ultrapassado, não há nada que se possa fazer.
- programas de encriptação são programas como qualquer outro, sujeitos a falhas e bugs. Um programa desatualizado pode ter erros que permitam decodificar o arquivo.
Em todo caso, é importante ter em mente que com uma máquina atual e o Google, leva-se nos máximo uns 2 dias para decodificar a senha de um zip com 8 caracteres. O conhecimento para quebrar a senha está disponível na internet para quem souber procurar e tiver uma certa intimidade com a máquina (embora para essa do arquivo zip nem é preciso muita coisa !!!).
Firefox
Se você salva a senha dos sites no firefox, saiba que ela está salva sem proteção. Para habilitar alguma proteção, em "Preferences" na aba "Security" selecione "Use a master password".
Isso não é garantia de muita coisa, mas é melhor que nada.
E quando eu digo que não é garantia de muita coisa, o Read It Later possui uma extensão para Firefox que ecoa a senha desse serviço no terminal caso tenha chamado o firefox por ele.
Vim
O vim possui criptografia interna, mas isso também não deve ser visto como algo que vai realmente proteger de qualquer um, mas é complexo suficiente para a grande maioria da população. Esse texto explica muito bem como usar esse recurso.
GPG
Minha ferramenta preferida para criptografia de arquivos simples.
Fala-se muito das chaves do GPG, mas não tanto do básico.
Para encriptar arquivos, use:
gpg -c nomedoarquivoPara decriptar senha, use:
gpg nomedoarquivoSimples, não ? E é bem eficiente.
Zip
Arquivos compactados aceitam senha, o mais famoso é o zip.
Para compactar aquivo ou diretório recursivamente no formato zip, use:
zip -re arquivozipfinal.zip nome_do_diretorio_ou_arquivoDurante uma descompactação simples, a senha será questionada.
Esteganografia
A esteganografia é uma técnica que consiste em guardar arquivos dentro de imagens. Eu poderia dizer mais, mas eu não preciso fazer isso, pois já existe um excelente texto sobre o assunto.
cryptsetup
Esse aplicativo serve para encriptar volumes inteiros. Por volume entenda que ele pode ser um arquivo ou uma partição.
O Eustáquio Rangel explica como criar um volume encriptado para seus dados críticos. E na introdução aproveita para lembrar um caso exemplifica bem a utilidade da criptografia. E no Guia do Hardware encontra-se um texto que explica como fazer isso em um pendrive, que é o que pode ser aplicado a HDs (desde que não seja o root).
Note que nos dois casos existe uma etapa em que é usado o cryptsetup. Em cada caso é utilizado com opções diferentes, sugiro uma leitura do manpage do aplicativo para informação adicionais. Apenas gostaria de destacar a opção "--key-size", que define o tamanho da chave. Essa é uma opção que uso por considerar que o padrão (que enquanto digito esse texto é 128) já está mais do que ultrapassado.
De forma que uso:
cryptsetup --verbose --key-size 256 --verify-passphrase luksFormat /dev/sdb2
Há algumas coisas que não ficam claras nos dois textos, mas acredito que quem tiver algum interesse adicional além do "como fazer" conseguirá obter as informações nas páginas do manual.
Há um número significativo de aplicativo que podem ser utilizado para conseguir esse efeito, mas cryptsetup além de ser simples, também é eficiente.
Para guardar as senhas
De nada adianta ter um sistema de criptografia eficiente, com uma senha de 40 caracteres, se você guardar a senha no papel de parede !!! O KeePass é uma solução gráfica que ajuda na hora de criar senhas complexas e guarda essas senhas de forma criptografada. É um programa fácil de acha no seu GNU/Linux preferido, mas que também é multiplataforma, para "aquelas horas" ...
Particularmente eu prefiro a combinação de texto puro com gpg guardando o arquivo final dentro de um volume encriptado.
Conclusão
A criptografia sempre foi importante na história, mas na era da informação ela assume um papel fundamental em nossas vidas. Mesmo quem nunca nenhuma dessas dicas, já usou páginas com https, senhas de cartão, etc.
A paranóia está na cabeça de cada um. Por exemplo. Você pode usar o vim para guardar a senhas, esconder o texto resultante em uma imagem, criptografar o arquivo final com o zip, em seguida modificar a extensão para aumentar a dificuldade de alguém descobrir o que é aquilo, e depois usar o gpg para fazer nova criptografia. No final, você pode guardar dentro de um volume criptografado feito em um arquivo que por acaso pode ser compactado com senha e colocado dentro de um volume de HD criptografado. Só o processo em si é um segredo e tanto a ser descoberto.
Esse texto está longe de esgotar o assunto seja filosoficamente ou em termos práticos. Por exemplo, há pelo menos 4 programas famosos para criptografar volumes e eu nem falei da compactação com o rar. Quem tiver dicas legais para compartilhar, sinta-se livre para colocá-las nos comentários (mesmo que sendo um link para o seu blog com a dica...)
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Sunday, July 25, 2010
Chromium versus Google Chrome
Quem tem dúvida sobre quais são as diferença entre o Chromium e o Google Chrome, encontrei uma página do wiki do Chromium que responde a essas questões.
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Friday, July 02, 2010
Intranet em computadores domésticos
A senso comum de definição atribui a utilidade de um servidor web como uma plataforma para disponibilização de páginas online. E isso é verdade.
Mas também é verdade que um servidor web é uma plataforma para a execução de um "aplicativo" web e você pode pensar nele da mesma forma que pensa no runtime do java.
A minha definição faria de um simples arquivo html um aplicativo. A rigor isso não é verdade, mas eu acredito que posso abstrair essa definição para um conceito mais abrangente sem prejuízo significativo de conceito ...
Deixando o rigor das definições de lado, o que importa aqui é que você pode executar aplicativos dentro de um servidor web. E de fato esses aplicativos em geral possuem a atribuição de serem aplicativos para disponibilização online. Mas nada impede que você crie uma intranet.
Uma intranet, uma internet privada, é usualmente acessada por um computador interno a rede. Imagine agora que o servidor dessa intranet seja o único computador da rede. Assim, você tem o cenário onde executa-se um aplicativo web em um servidor para apenas um único computador que é onde está o servidor.
Porque criar uma intranet de uma única máquina ? A resposta é uma pergunta: se o aplicativo é bom, porque não utilizá-lo ? Você não instalou o java para executar aplicativos java ? Porque não instalar algo menor e mais seguro para rodar outro aplicativo ?
LAMP
Aplicativos para servidor normalmente estão escritos em PHP. Alguns deles usam SQL como banco de dados, assim, existe a necessidade de ter o conjunto Linux, Apache, MySQL e PHP, que é o que chamamos de LAMP. Já existem definições que usam Perl ou Python para a letra "P", mas PHP ainda é a definição mais usual. Na maior parte dos sistemas, instalar o LAMP significa instalar o três programas mencionados. Abaixo segue três links que falam também sobre configurações gerais.
Os programas do servidor
Mas quais programas instalar ? Existem inúmeras possibilidades e o que eu posso fazer é dar idéias. Instale:
Se está configurando um servidor, você pode colocar ele na internet, se desejar e tomar os cuidados necessários. Mas note que toda intranet acessível da rede deve ter senha de acesso.
Normalmente, o que eu faço é configurar o ssh para que eu possa acessar o shell do meu computador. Parece pouco, mas é muito mais seguro do que confiar na ausência de bugs nesses aplicativos web. Além do que, abrir o epiphany ou outro navegador leve é algo bem simples, mesmo de conexões difíceis.
Para quem tem IP dinâmico, eu sugiro o uso do no-ip. E lembre-se de que terá de configurar um eventual roteador que exista no meio do caminho para redirecionar o ponto de acesso. Informação facilmente disponível no manual do seu equipamento.
Notas:
Mas também é verdade que um servidor web é uma plataforma para a execução de um "aplicativo" web e você pode pensar nele da mesma forma que pensa no runtime do java.
A minha definição faria de um simples arquivo html um aplicativo. A rigor isso não é verdade, mas eu acredito que posso abstrair essa definição para um conceito mais abrangente sem prejuízo significativo de conceito ...
Deixando o rigor das definições de lado, o que importa aqui é que você pode executar aplicativos dentro de um servidor web. E de fato esses aplicativos em geral possuem a atribuição de serem aplicativos para disponibilização online. Mas nada impede que você crie uma intranet.
Uma intranet, uma internet privada, é usualmente acessada por um computador interno a rede. Imagine agora que o servidor dessa intranet seja o único computador da rede. Assim, você tem o cenário onde executa-se um aplicativo web em um servidor para apenas um único computador que é onde está o servidor.
Porque criar uma intranet de uma única máquina ? A resposta é uma pergunta: se o aplicativo é bom, porque não utilizá-lo ? Você não instalou o java para executar aplicativos java ? Porque não instalar algo menor e mais seguro para rodar outro aplicativo ?
LAMP
Aplicativos para servidor normalmente estão escritos em PHP. Alguns deles usam SQL como banco de dados, assim, existe a necessidade de ter o conjunto Linux, Apache, MySQL e PHP, que é o que chamamos de LAMP. Já existem definições que usam Perl ou Python para a letra "P", mas PHP ainda é a definição mais usual. Na maior parte dos sistemas, instalar o LAMP significa instalar o três programas mencionados. Abaixo segue três links que falam também sobre configurações gerais.
Os programas do servidor
Mas quais programas instalar ? Existem inúmeras possibilidades e o que eu posso fazer é dar idéias. Instale:
- Um Wiki
Sabores não faltam. Há do clássico MediaWiki ao excelente e prático DokuWiki. Um wiki é algo muito versátil. Ele pode ser a região onde registra suas coleções, gerencia os contatos, suas fotografias, links, notas, listas de tarefas, etc. Acredito que te todos os programas, o Wiki é o que melhor representa o conceito colocado aqui. - Um Leitor de RSS
Como o Tiny Tiny RSS ou GlobeRSS que são leitorers de RSS escritos em PHP. Essa é a forma de manter o uso um aplicativo no navegador e ao mesmo tempo manter ao máximo a privacidade. - Um gerenciador de contatos
O Web Organizer não é o mais específico, ele é muito mais, mas pode ser somente um gerenciador de contatos. Por que não ? - Um álbum de fotos
Como o album (esse é o nome do programa). - Um gerenciador de bookmarks
Como o Feed Me Links. - Um blog
Em tempos antigos, blog era diário. Foi depois que ele adquiriu uma característica mais impessoal. Mas se quiser escrever um diário de atividades ou mesmo pessoal, um blog no servidor local que apenas você acessa pode ser a solução para o seu problema de privacidade. O DokuWiki aceita um plugin que roda um blog, mas a ferramenta mais famosa, sem dúvida alguma, é o WordPress. - Um gerenciador de coleções
Tipo o phpVideoPro ou o VideoDB. Mas há outros. Já utilizei um aplicativo para gerenciar livros, e embora esses sistemas de biblioteca e locadora sejam bem comuns, não os encontrei para referenciar aqui (falando a verdade, não me esforcei muito para achar). - Manuais em geral
Documentos e manuais em geral escrito em HTML integram-se perfeitamente ao modelo. - A interface web de seus programas
Vários dos seus programas tradicionais possuem interface web, mas normalmente não são muito populares ou conhecidas, como o caso o CUPS ou de aplicativos bittorrent. Explore as possibilidades. - Programas para diferentes finalidades
Existe de quase tudo. Até rede social estilo orkut existe. Portanto, se tem um problema e quer a solução da sua intranet, procure, você vai acabar achando alguma solução. Na categoria de programas para diferentes finalidades, eu dou destaque para interface para o MySQL chamada para phpMyAdmin que certamente lhe será bem útil nesse contexto. - Um Portal
Isso não é bem um programa, mas um conceito. Um portal é um lugar onde todos os links do seu interesse são reunidos. No caso, um lugar onde pode colocar o link de todo o material do servidor. Uma dica legal é reunir todos os links locais que existem, como o CUPS, o roteador, programas que possuem interface web, etc. Também pode ser onde você coloca aqueles bookmarks principais ou se usa um programa como delicious, pode ser onde fica os links que você não quer que fique em um servidor público. O portal é um ponto de entrada da sua intranet que reuni toda sua potencialidade.
Se está configurando um servidor, você pode colocar ele na internet, se desejar e tomar os cuidados necessários. Mas note que toda intranet acessível da rede deve ter senha de acesso.
Normalmente, o que eu faço é configurar o ssh para que eu possa acessar o shell do meu computador. Parece pouco, mas é muito mais seguro do que confiar na ausência de bugs nesses aplicativos web. Além do que, abrir o epiphany ou outro navegador leve é algo bem simples, mesmo de conexões difíceis.
Para quem tem IP dinâmico, eu sugiro o uso do no-ip. E lembre-se de que terá de configurar um eventual roteador que exista no meio do caminho para redirecionar o ponto de acesso. Informação facilmente disponível no manual do seu equipamento.
Notas:
- A maior parte dos programas apontados aqui não foram testados localmente, apenas navegando pelo site de demonstração, ou seja, pode haver melhores e mais bonitos.
- Esse posto foi idéia sugerida pelo Sérgio F. Lima a cerca de 5 anos atrás, nem me lembro onde. É o ditado: "antes tarde do que nunca" sendo levado a sério.
Saturday, May 15, 2010
Você ainda usa scripts Greasemonkey ?
Não é difícil encontrar referências sobre scripts Greasemonkey na internet, mas eu gostaria de saber quantas pessoas ainda utilizam esse tipo de recurso de forma ampla.
Não nego. Eu uso e até desenvolvo alguns para meu próprio uso, mas cada vez mais eu tento não usar. O motivo é simples, embora a idéia seja genial e tenha aplicações diversas, a Web é dinâmica demais. O que hoje eu uso, amanhã não funcionará e a garantia de uma nova versão funcional é nula.
Aliás, percebeu o movimento do Google (que vêm de longa data) que adotou e incluiu diversos recursos que outrora eram de scripts Greasemonkey ?
O grande problema é que esses scripts viciam. Fazem com que você se acostume com recursos que "não existem" de verdade. Quando ficamos sem esse recurso, sentimos falta.
Bom, meus scripts podem ser conferidos aqui. Dos meus quatro scripts (que estão no mencionado link), um é de minha autoria (nada para se gabar, pois é bem bobo) e dois deles, o do Google Docs e do RTM, eu tenho grande receio de perder um dia por atualização da interface e ficar sem os recursos que eles possuem, que, para mim, são excelentes. O quarto script é para o delicious, mas eu não me preocupo muito com esse, que dure enquanto durar. Eu ainda tenho um quinto script, que quando habilitado abre qualquer link em uma nova janela, é uma pequena modificação do script para o Google que eu fiz.
E então, quem ainda utiliza scripts Greasemonkey ? Quais seriam eles ? Teme perder o suporte a esse script com alguma modificação do sistema ?
Não nego. Eu uso e até desenvolvo alguns para meu próprio uso, mas cada vez mais eu tento não usar. O motivo é simples, embora a idéia seja genial e tenha aplicações diversas, a Web é dinâmica demais. O que hoje eu uso, amanhã não funcionará e a garantia de uma nova versão funcional é nula.
Aliás, percebeu o movimento do Google (que vêm de longa data) que adotou e incluiu diversos recursos que outrora eram de scripts Greasemonkey ?
O grande problema é que esses scripts viciam. Fazem com que você se acostume com recursos que "não existem" de verdade. Quando ficamos sem esse recurso, sentimos falta.
Bom, meus scripts podem ser conferidos aqui. Dos meus quatro scripts (que estão no mencionado link), um é de minha autoria (nada para se gabar, pois é bem bobo) e dois deles, o do Google Docs e do RTM, eu tenho grande receio de perder um dia por atualização da interface e ficar sem os recursos que eles possuem, que, para mim, são excelentes. O quarto script é para o delicious, mas eu não me preocupo muito com esse, que dure enquanto durar. Eu ainda tenho um quinto script, que quando habilitado abre qualquer link em uma nova janela, é uma pequena modificação do script para o Google que eu fiz.
E então, quem ainda utiliza scripts Greasemonkey ? Quais seriam eles ? Teme perder o suporte a esse script com alguma modificação do sistema ?
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Friday, April 16, 2010
Ordem na vida digital: Gerenciando Coleções
Quem possuí alguma coleção deve ter algum meio de gerenciá-la. É quase impossível ter uma coleção adequada sem um registro. E como fazer isso ? Basicamente existem dois métodos básicas de gerenciar uma coleção no computador:
Nada mais livre que um registro manual de sua coleção.
Suponha que seja sobre DVDs, você pode escrever título original e traduzido, ano, data de aquisição, tipo de mídia, mas o que chama mesmo a atenção é a possibilidade de anotar o que quiser da forma que bem entender. A liberdade das ferramentas de escritório são o seu ponto forte.
Além disso, uma lista simples é de alta compatibilidade, de forma que é o mais próximo de uma ferramenta de baixa tecnologia. Portanto, independente da escolha que faça, ter uma cópia do registro de sua coleção em formato de lista simples é uma excelente idéia.
Utilizando ferramentas específicas
A primeira pergunta é: coleção de quê ?
Para o GCStar essa pergunta é desnecessária. Esse programa é um gerenciador de coleções para todos os tipos. Ele consulta bancos de dados, preenche resumos, detalhes técnicos, etc e tal. Não perde para nenhum programa que eu conheça e é de fácil portabilidade. Também é possível exportar a coleção para um formato mais próximo da baixa tecnologia e gerenciar empréstimos.
Eu apenas não sugiro o uso desse programa no caso de coleções de fotografias.
Veja algumas imagens desse programa na página oficial.
O GCStar é o programa que eu uso para as minhas coleções, exceto de periódicos, textos acadêmicos, onde eu uso o Mendeley Desktop.
O Mendeley Desktop permite identificar e inclusive, organizar documentos que existam em PDF. Na prática, não é necessário que exista um PDF do arquivo para que se use esse programa, mas ele não teria muito sentido de existir se não fosse pela alta qualidade na reorganização dos documentos.
Provavelmente, o único grande aspecto negativo do Mendeley Desktop é ser código fechado, fora isso, foi um choque de ordem nos meus artigos. E para quem acha que estou exagerando, lembre-se que no início todos somos aprendizes. Meus primeiros artigos sofreram muito com a desordem e quando eu tentava colocar alguma ordem eu esbarrava no volume de material. Esse programa se destacou por me permitir resolver esse problema com facilidade.
Esse programa também poderia ser utilizado para registrar coleções de livros, mas nesse caso, mesmo sendo livros acadêmicos, eu uso o GCStar.
Para o uso específico de coleções de livros, também existe o Alexandria. Pequeno, eficiente e simples, mas eu o acho meio antipático, assim, não o utilizo.
Para coleções baseadas em música digital, nada melhor que o AmaroK. Certamente o mais completo melhor programa do gênero (para GNU/Linux, pelo menos). Entretanto, eu não utilizaria o AmaroK para coleções de CD.
Para coleções de fotografias em programa de desktop, eu sugiro o DigiKam, mas o F-Spot é muito bem recomendado também. Ambos permitem o gerenciamento das fotografias com grande facilidade e simplicidade.
Por fim, há programas criados especificamente para o gerenciamento de CDs/DVDs de dados. De forma que você possa ver o índice de seu conteúdo sem colocar a mídia no drive. O que funcionou melhor comigo depois do comando "find" foi o programa CdCat. Mas como eu disse, minha solução era o comando de terminal find. Eu gerava o índice e compactava essa lista com o gzip. De forma que para um certo CD/DVD montado em /media/cdrom, eu digitava no terminal, de dentro de um certo diretório da coleção:
Eu não faço mais isso porque isso foi uma era que a única forma de fazer backup ou transportar grandes volumes de dados era CD/DVD. Hoje meu pendrive cabe mais informação que um DVD9, o volume de CDs/DVDs gerados caiu a quase zero. Gerenciá-los não é mais um problema.
Conclusão
Existem outros programas, claro, mas eu referenciei os melhores que conheço.
Não há desculpas para um colecionador não organizar sua coleção. É contraditório querer uma coleção porque gosta dela e não querer gerenciá-la. Assim sendo, gerenciar uma coleção é uma atividade agradável que normalmente fica ainda melhor ao usar o método e/ou programa certo.
Para mais informações e imagens sobre os programas citados verifique as páginas oficiais citado ao longo do artigo.
- Utilizando ferramentas de escritório. Texto e planilha.
- Utilizando ferramentas específicas. Gerenciadores de coleções
Nada mais livre que um registro manual de sua coleção.
Suponha que seja sobre DVDs, você pode escrever título original e traduzido, ano, data de aquisição, tipo de mídia, mas o que chama mesmo a atenção é a possibilidade de anotar o que quiser da forma que bem entender. A liberdade das ferramentas de escritório são o seu ponto forte.
Além disso, uma lista simples é de alta compatibilidade, de forma que é o mais próximo de uma ferramenta de baixa tecnologia. Portanto, independente da escolha que faça, ter uma cópia do registro de sua coleção em formato de lista simples é uma excelente idéia.
Utilizando ferramentas específicas
A primeira pergunta é: coleção de quê ?
Para o GCStar essa pergunta é desnecessária. Esse programa é um gerenciador de coleções para todos os tipos. Ele consulta bancos de dados, preenche resumos, detalhes técnicos, etc e tal. Não perde para nenhum programa que eu conheça e é de fácil portabilidade. Também é possível exportar a coleção para um formato mais próximo da baixa tecnologia e gerenciar empréstimos.
Eu apenas não sugiro o uso desse programa no caso de coleções de fotografias.
Veja algumas imagens desse programa na página oficial.
O GCStar é o programa que eu uso para as minhas coleções, exceto de periódicos, textos acadêmicos, onde eu uso o Mendeley Desktop.
O Mendeley Desktop permite identificar e inclusive, organizar documentos que existam em PDF. Na prática, não é necessário que exista um PDF do arquivo para que se use esse programa, mas ele não teria muito sentido de existir se não fosse pela alta qualidade na reorganização dos documentos.
Provavelmente, o único grande aspecto negativo do Mendeley Desktop é ser código fechado, fora isso, foi um choque de ordem nos meus artigos. E para quem acha que estou exagerando, lembre-se que no início todos somos aprendizes. Meus primeiros artigos sofreram muito com a desordem e quando eu tentava colocar alguma ordem eu esbarrava no volume de material. Esse programa se destacou por me permitir resolver esse problema com facilidade.
Esse programa também poderia ser utilizado para registrar coleções de livros, mas nesse caso, mesmo sendo livros acadêmicos, eu uso o GCStar.
Para o uso específico de coleções de livros, também existe o Alexandria. Pequeno, eficiente e simples, mas eu o acho meio antipático, assim, não o utilizo.
Para coleções baseadas em música digital, nada melhor que o AmaroK. Certamente o mais completo melhor programa do gênero (para GNU/Linux, pelo menos). Entretanto, eu não utilizaria o AmaroK para coleções de CD.
Para coleções de fotografias em programa de desktop, eu sugiro o DigiKam, mas o F-Spot é muito bem recomendado também. Ambos permitem o gerenciamento das fotografias com grande facilidade e simplicidade.
Por fim, há programas criados especificamente para o gerenciamento de CDs/DVDs de dados. De forma que você possa ver o índice de seu conteúdo sem colocar a mídia no drive. O que funcionou melhor comigo depois do comando "find" foi o programa CdCat. Mas como eu disse, minha solução era o comando de terminal find. Eu gerava o índice e compactava essa lista com o gzip. De forma que para um certo CD/DVD montado em /media/cdrom, eu digitava no terminal, de dentro de um certo diretório da coleção:
find /media/cdrom >lista-do-cd-XYZ.txtonde XYZ e o nome do arquivo eram bem mais inteligentes que isso e conseguiam fazer a correlação direta com a mídia física que o gerou. Quando eu quisesse fazer uma busca nas listas eu usava o comando "zgrep" nos arquivos do catálogo.
gzip lista-do-cd-XYZ.txt
Eu não faço mais isso porque isso foi uma era que a única forma de fazer backup ou transportar grandes volumes de dados era CD/DVD. Hoje meu pendrive cabe mais informação que um DVD9, o volume de CDs/DVDs gerados caiu a quase zero. Gerenciá-los não é mais um problema.
Conclusão
Existem outros programas, claro, mas eu referenciei os melhores que conheço.
Não há desculpas para um colecionador não organizar sua coleção. É contraditório querer uma coleção porque gosta dela e não querer gerenciá-la. Assim sendo, gerenciar uma coleção é uma atividade agradável que normalmente fica ainda melhor ao usar o método e/ou programa certo.
Para mais informações e imagens sobre os programas citados verifique as páginas oficiais citado ao longo do artigo.
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Wednesday, March 24, 2010
Gnuplot
O gnuplot é um programa opensource, multiplataforma, que no GNU/Linux é acionado pelo terminal, para criar gráficos. É uma das duas mais eficientes ferramentas para fazer gráficos de qualidade inquestionável nesse sistema operacional. Não posso deixar de lembrar de que a ferramenta não é inteligente. Ser possível fazer gráficos de qualidade inquestionável não significa que o usuário não possa tomar decisões questionáveis fazendo um gráfico de qualidade inadequada.
Especialmente voltado para construir gráficos com características científicas, escrevi sobre esse programa no Notas em CFD.
Até agora, foram escritos dois textos:
Estou certo de que por aqui também existem pessoas interessadas no assunto, portanto, fica aí os links. Digo mais, outros textos que venham a ser no Notas em CFD serão publicados na tag gnuplot, ficando fácil localizar tópicos que não estejam registrados aqui.
Tuesday, February 23, 2010
Firefox 3.6 e problemas com extensões
Fracamente, cansei do Firefox 3.6. Ele não inicia corretamente dependendo das extensões que tenha instalado.
Para usar ele e todas as minhas extensões (essa lista pode estar bem diferente daqui a algum tempo) eu tive que criar um script intermediário com a seguinte configuração:
Eu tentei tudo que conheço para contornar esse problema. Até pensei em desistir de algumas extensões (sim, repito, o problema "era das extensões") até perceber que teria de desistir de quase tudo para isso funcionar.
Assim, após constatar que o Chromium ainda não está pronto para mim (embora tenha evoluído muito desde minha primeira análise, ele está quase no ponto !) eu voltei para o Mozilla Firefox 3.5.8.
E para quem não sabe, existe um link específico para baixar versões mais antigas, porém suportadas, do Firefox. Perfeito para quem como eu fica revoltado com esse tipo de situação criada a cada lançamento de uma nova versão do navegador da Mozilla.
Para usar ele e todas as minhas extensões (essa lista pode estar bem diferente daqui a algum tempo) eu tive que criar um script intermediário com a seguinte configuração:
#!/bin/bashBastava apertar "quit" na primeira tela que se abre e a segunda chamada do programa era perfeita. Eu não entendi nada... Agora, se eu tentasse chamar diretamente o programa sem passar por esse esquema, a inicialização falhava.
/opt/firefox/firefox -safe-mode
sleep 2
/opt/firefox/firefox $@
Eu tentei tudo que conheço para contornar esse problema. Até pensei em desistir de algumas extensões (sim, repito, o problema "era das extensões") até perceber que teria de desistir de quase tudo para isso funcionar.
Assim, após constatar que o Chromium ainda não está pronto para mim (embora tenha evoluído muito desde minha primeira análise, ele está quase no ponto !) eu voltei para o Mozilla Firefox 3.5.8.
E para quem não sabe, existe um link específico para baixar versões mais antigas, porém suportadas, do Firefox. Perfeito para quem como eu fica revoltado com esse tipo de situação criada a cada lançamento de uma nova versão do navegador da Mozilla.
Thursday, February 18, 2010
DenyHosts
Em duas semanas identifiquei mais de 240 ataques de força bruta ao servidor ssh do meu computador pessoal estabelecido na minha casa e onde tenho ip dinâmico. E nada disso me preocupou.
Eu uso o DenyHosts para cuidar das defesas do ssh. Não conheço solução melhor no que se refere a computadores pessoais. Na maior parte dos sistemas GNU/Linux basta instalar pelo seu gerenciador de pacotes. E eu não acho que seria uma solução adequada em computadores profissionais de grande porte (mas isso é opinião pessoal).
Claro que também uso um firewall (iptables) e também é verdade que é possível estabelecer regras para diminuir a quantidade de ataques por segundo, transformando-as em ataques por minutos (o que não elimina os ataques, mas os torna ineficientes), além de outras regras. Mas o ponto central para mim é o custo benefício.
Para defender um único computador o DenyHosts é perfeito. Outras técnicas são mais eficientes, mas normalmente não compensa o trabalho que dá para implementá-las ou o custo do produto desse trabalho (manutenção, gerenciamento, eficiência pessoal, etc).
Se você tem um servidor ssh ativo a algum tempo (não precisa ser muito não !!!), experimente entrar no seu diretório de logs e digitar:
Aliás, é prudente bloquear o acesso do root pelo ssh. Assim, o invasor terá de adivinhar o login e a senha. E sim, eles também vão tentar isso, logins muito brasileiros e logins codificados se salvam fácil (ou nem tanto...), mas nomes muito populares no exterior são rapidamente explorados.
Eu uso o DenyHosts para cuidar das defesas do ssh. Não conheço solução melhor no que se refere a computadores pessoais. Na maior parte dos sistemas GNU/Linux basta instalar pelo seu gerenciador de pacotes. E eu não acho que seria uma solução adequada em computadores profissionais de grande porte (mas isso é opinião pessoal).
Claro que também uso um firewall (iptables) e também é verdade que é possível estabelecer regras para diminuir a quantidade de ataques por segundo, transformando-as em ataques por minutos (o que não elimina os ataques, mas os torna ineficientes), além de outras regras. Mas o ponto central para mim é o custo benefício.
Para defender um único computador o DenyHosts é perfeito. Outras técnicas são mais eficientes, mas normalmente não compensa o trabalho que dá para implementá-las ou o custo do produto desse trabalho (manutenção, gerenciamento, eficiência pessoal, etc).
Se você tem um servidor ssh ativo a algum tempo (não precisa ser muito não !!!), experimente entrar no seu diretório de logs e digitar:
grep -i ssh *E não se assuste ! Ou melhor, pense se sua senha de root foi fácil de imaginar, porque se foi, eu diria para você se assustar MUITO !!!
Aliás, é prudente bloquear o acesso do root pelo ssh. Assim, o invasor terá de adivinhar o login e a senha. E sim, eles também vão tentar isso, logins muito brasileiros e logins codificados se salvam fácil (ou nem tanto...), mas nomes muito populares no exterior são rapidamente explorados.
Monday, February 08, 2010
Dividindo uma janela do Nautilus em duas
Sim, senhores. Descobri isso a pouco tempo pelo compartilhamento do Google Reader feito pelo Sérgio F. Lima e simplesmente comecei a propagar a informação de todas as formas possíveis.
O texto escrito no Forum do Ubuntu (em inglês) explica exatamente como fazer com que seja possível dividir uma janela do navegador de arquivo do Nautilus em duas (split view). Nada o que eu disser aqui vai substituir a leitura do texto indicado, pois lá você encontra links de imagens, vídeos e tudo mais que for necessário para fazer acontecer esse pequeno milagre.
Esse é um recurso que eu uso desde quando o Windows 95 era novidade e o GNU/Linux não tinha KDE ou GNOME para serem usados (na época que não tinha gerenciador gráfico de arquivos não dava para exigir esse recurso, né ???), mas que não usei durante o bom tempo que tive o GNOME como meu gerenciador padrão. Felizmente, essa limitação é passado agora !!!
O texto escrito no Forum do Ubuntu (em inglês) explica exatamente como fazer com que seja possível dividir uma janela do navegador de arquivo do Nautilus em duas (split view). Nada o que eu disser aqui vai substituir a leitura do texto indicado, pois lá você encontra links de imagens, vídeos e tudo mais que for necessário para fazer acontecer esse pequeno milagre.
Esse é um recurso que eu uso desde quando o Windows 95 era novidade e o GNU/Linux não tinha KDE ou GNOME para serem usados (na época que não tinha gerenciador gráfico de arquivos não dava para exigir esse recurso, né ???), mas que não usei durante o bom tempo que tive o GNOME como meu gerenciador padrão. Felizmente, essa limitação é passado agora !!!
Wednesday, January 27, 2010
Configurando o SSMTP/MSMTP e o Gmail
Tentando fazer o sendmail funcionar no meu computador, achei esse interessante texto.
Sei o que parece no primeiro momento, funciona apenas no Archlinux, certo ? Mas não é verdade. Funciona apenas com o programa ssmtp, isso é fato.
Você pode dizer que é fantástico, certo ? Mais ou menos, não há mais suporte para o ssmtp (desenvolvimento interrompido).
Assim, chegamos ao MSMTP:
Uma coisa que esse texto não disse, é que ao usar o msmtp não há realmente o programa sendmail instalado.
Das duas uma:
Para quem não sabe, uma configurado um desses pequenos programas, tudo que está escrito nessa página que explica como mandar um e-mail pela linha de comando torna-se válido.
O uso dessas opções são a alternativa mais simples para utilizar o comando de terminal "mail" e não ter que configurar programas como o exim ou postfix.
O texto original foca no uso do Gmail, mas pode utilizar qualquer servidor pop, alterando, claro, os campos apropriados. Pode-se, inclusive, utilizar um servidor POP3 que não requer autenticação, embora eu não conheça mais serviço com essa característica atualmente.
Sei o que parece no primeiro momento, funciona apenas no Archlinux, certo ? Mas não é verdade. Funciona apenas com o programa ssmtp, isso é fato.
Você pode dizer que é fantástico, certo ? Mais ou menos, não há mais suporte para o ssmtp (desenvolvimento interrompido).
Assim, chegamos ao MSMTP:
Uma coisa que esse texto não disse, é que ao usar o msmtp não há realmente o programa sendmail instalado.
Das duas uma:
- crie um link para o programa msmtp chamando sendmail, como root, execute:
ln -s /usr/bin/msmtp /usr/sbin/sendmail
- ou use a alternativa (mais elegante) de criar o arquivo ~/.mailrc e colocar nele o conteúdo:
set sendmail=/usr/bin/msmtp
Para quem não sabe, uma configurado um desses pequenos programas, tudo que está escrito nessa página que explica como mandar um e-mail pela linha de comando torna-se válido.
O uso dessas opções são a alternativa mais simples para utilizar o comando de terminal "mail" e não ter que configurar programas como o exim ou postfix.
O texto original foca no uso do Gmail, mas pode utilizar qualquer servidor pop, alterando, claro, os campos apropriados. Pode-se, inclusive, utilizar um servidor POP3 que não requer autenticação, embora eu não conheça mais serviço com essa característica atualmente.
Saturday, December 12, 2009
Das nuvens para o desktop
Estava procurando uma forma de integrar melhor meu desktop com o Remember The Milk, pois a extensão para o Gmail e o acesso direto ao aplicativo não estavam dando conta das minhas necessidades.
Descobri que boa parte do que agendo como tarefa realmente chega por e-mail, mas a menor parte que não estava sendo corretamente coletada e armazenada estava produzindo um efeito muito desagradável.
Por esse motivo fui olhar que eu podia fazer.
Primeiro tentei o Tasque, é bom, mas não era o que eu queria. Aí eu fui o olhar o widget para o KDE, bonito, bem integrado, mas confesso que não gostei. Não gostei da forma que esse widget funciona porque ele não suporta adequadamente tudo que eu queria. Além disso, me pareceu muito lento na conexão com o servidor.
Por foi quando estava buscando alternativas que eu encontrei o Prism. Fiquei imaginando quão atrasado estou em não conhecer esse aplicativo, mas ignorei solenemente isso e o testei. Esse programa está disponível no AUR mais próximo de você e no repositório do Ubuntu.
Tudo que ele faz é criar um atalho (arquivo .desktop) com um comando que acessa seu aplicativo on-line. Esse comando você pode copiar e colocar em um local qualquer. Por exemplo, eu coloquei no menu do KDE e em seguida deletei o atalho original.
No caso do RTM, a sugestão geral é utilizar a URL criada para o Google. O resultado é fantástico. Ele abre rápido, pois não é um navegador completo. Acessa diretamente o serviço. Se desejar, pode habilitar o login automático. Sincroniza-se rapidamente com o serviço on-line. Enfim, é perfeito. É o que eu queria.
Aí eu comecei a pensar nos demais aplicativos da Web 2.0 que não deram certo comigo justamente por me obrigar a um passo a mais que era abrir o navegador e em seguida a página do aplicativo. Temos o Google Calendar, que eu uso, mas é subutilizado, o GTalk, porque eu não gosto dos aplicativos de desktop, nem da sua integração com o GMail, o Google Docs, porque as vezes você quer apenas um telefone, e todos aqueles serviços úteis que possuem páginas simplificadas para o sidebar do firefox.
O que ele faz é trazer o aplicativo das nuvens para "a terra" (o desktop). O acesso a internet é fundamental, mas o fato de ser acessado de forma mais simples do que através da página personalizada do Google ou por ser mais rápido do que seu equivalente de desktop, compensa o uso.
Filosoficamente, ele é muito interessante. Ele anda de mãos dadas com o conceito de aplicativos da nuvens, mas sendo um navegador simplificado o aplicativo está preso a uma janela e tem o aspecto e a funcionalidade de um aplicativo convencional.
Não sei se isso vai virar moda um dia, mas tenho três casos de sucesso para relatar: o GTalk, o Google Calendar e o Remember The Milk. Eu também coloquei as URLs do Google Translate e do Google Dictionary e para completar minha lista, estou procurando uma forma simples de checar o clima. Estou entre os recursos do Climatempo (veja o link direto da página de impressão da cidade do Rio de Janeiro, é esse que eu estou testando agora) e a simplicidade do Será que vai chover ?. Vou ficar com o que mais me agradar. Por hora, fico com o Climatempo, mas eu queria algo mais simples, porém, não tão simples quanto o "Será que vai chover ?".
Claro que nem tudo é perfeito. Exemplo disso é o Google Reader. Acessar o Google Reader sem as extensões do Firefox (Better GReader, Read It Later e Adblock) não me agradou muito.
Existe uma extensão para o Firefox, que dispensa a instalação do prism em si (usa o próprio firefox - mas de forma inteligente, não se preocupe !). Registre-se que não gostei da extensão. Quebra um pouco o conceito do prism por depender do firefox e não absorve benefícios, como as extensões.
O Mozilla Prism me permitiu ter uma nova visão dos aplicativos e recursos on-line e eu gostei muito do que vi.
Descobri que boa parte do que agendo como tarefa realmente chega por e-mail, mas a menor parte que não estava sendo corretamente coletada e armazenada estava produzindo um efeito muito desagradável.
Por esse motivo fui olhar que eu podia fazer.
Primeiro tentei o Tasque, é bom, mas não era o que eu queria. Aí eu fui o olhar o widget para o KDE, bonito, bem integrado, mas confesso que não gostei. Não gostei da forma que esse widget funciona porque ele não suporta adequadamente tudo que eu queria. Além disso, me pareceu muito lento na conexão com o servidor.
Por foi quando estava buscando alternativas que eu encontrei o Prism. Fiquei imaginando quão atrasado estou em não conhecer esse aplicativo, mas ignorei solenemente isso e o testei. Esse programa está disponível no AUR mais próximo de você e no repositório do Ubuntu.
Tudo que ele faz é criar um atalho (arquivo .desktop) com um comando que acessa seu aplicativo on-line. Esse comando você pode copiar e colocar em um local qualquer. Por exemplo, eu coloquei no menu do KDE e em seguida deletei o atalho original.
No caso do RTM, a sugestão geral é utilizar a URL criada para o Google. O resultado é fantástico. Ele abre rápido, pois não é um navegador completo. Acessa diretamente o serviço. Se desejar, pode habilitar o login automático. Sincroniza-se rapidamente com o serviço on-line. Enfim, é perfeito. É o que eu queria.
Aí eu comecei a pensar nos demais aplicativos da Web 2.0 que não deram certo comigo justamente por me obrigar a um passo a mais que era abrir o navegador e em seguida a página do aplicativo. Temos o Google Calendar, que eu uso, mas é subutilizado, o GTalk, porque eu não gosto dos aplicativos de desktop, nem da sua integração com o GMail, o Google Docs, porque as vezes você quer apenas um telefone, e todos aqueles serviços úteis que possuem páginas simplificadas para o sidebar do firefox.
O que ele faz é trazer o aplicativo das nuvens para "a terra" (o desktop). O acesso a internet é fundamental, mas o fato de ser acessado de forma mais simples do que através da página personalizada do Google ou por ser mais rápido do que seu equivalente de desktop, compensa o uso.
Filosoficamente, ele é muito interessante. Ele anda de mãos dadas com o conceito de aplicativos da nuvens, mas sendo um navegador simplificado o aplicativo está preso a uma janela e tem o aspecto e a funcionalidade de um aplicativo convencional.
Não sei se isso vai virar moda um dia, mas tenho três casos de sucesso para relatar: o GTalk, o Google Calendar e o Remember The Milk. Eu também coloquei as URLs do Google Translate e do Google Dictionary e para completar minha lista, estou procurando uma forma simples de checar o clima. Estou entre os recursos do Climatempo (veja o link direto da página de impressão da cidade do Rio de Janeiro, é esse que eu estou testando agora) e a simplicidade do Será que vai chover ?. Vou ficar com o que mais me agradar. Por hora, fico com o Climatempo, mas eu queria algo mais simples, porém, não tão simples quanto o "Será que vai chover ?".
Claro que nem tudo é perfeito. Exemplo disso é o Google Reader. Acessar o Google Reader sem as extensões do Firefox (Better GReader, Read It Later e Adblock) não me agradou muito.
Existe uma extensão para o Firefox, que dispensa a instalação do prism em si (usa o próprio firefox - mas de forma inteligente, não se preocupe !). Registre-se que não gostei da extensão. Quebra um pouco o conceito do prism por depender do firefox e não absorve benefícios, como as extensões.
O Mozilla Prism me permitiu ter uma nova visão dos aplicativos e recursos on-line e eu gostei muito do que vi.
Thursday, December 10, 2009
Porque eu ainda não uso o Google Chrome ?
Uma versão razoavelmente estável do Google Chrome foi lançada recentemente. A pergunta que eu me fiz é: porque usar ou não o Google Chrome ?
Instalei o programa, fiz algumas configurações e a conclusão foi: ainda não, continuarei com o Firefox.
O motivo são as extensões do Firefox. Elas são muito mais poderosas.
Seja para o Delicious e ou Read It Later, os recursos no Firefox são mais interessantes. De fato, eu somente uso o Read It Later devido a excelente integração com o Firefox.
Mas o que eu achei mais foi o Adblock, que existe para o Google Chrome, mas não passa de uma sombra frente a versão do Firefox. Eu não navego sem um Adblock minimamente configurável.
Também senti muita falta do DownThenAll, POW, Better Gmail, Highlighter entre outras. Essa extensões entraram no meu ciclo de trabalho que não seria agradável não usá-las (embora seja possível).
Eu escrevi no título porque eu ainda não uso o Google Chrome ? O motivo do ainda é que eu acredito que seja inevitável um futuro com um netbook. Sim, eu acredito que um dia isso será tão comum quanto um simples celular. E eu acredito no Google OS, ou seja, no Google Chrome.
Além disso, o Google Chrome veio para ficar e tem estilo. Não apenas pelas novas idéias e conceitos já absorvidos por alguns navegadores (o Chrome não é tão novo assim), como na forma de fazer propaganda. Quem ainda não viu o excelente vídeo promocional do Google Chrome, aproveite. É uma obra prima da propaganda do meio. Sem dúvida !
Instalei o programa, fiz algumas configurações e a conclusão foi: ainda não, continuarei com o Firefox.
O motivo são as extensões do Firefox. Elas são muito mais poderosas.
Seja para o Delicious e ou Read It Later, os recursos no Firefox são mais interessantes. De fato, eu somente uso o Read It Later devido a excelente integração com o Firefox.
Mas o que eu achei mais foi o Adblock, que existe para o Google Chrome, mas não passa de uma sombra frente a versão do Firefox. Eu não navego sem um Adblock minimamente configurável.
Também senti muita falta do DownThenAll, POW, Better Gmail, Highlighter entre outras. Essa extensões entraram no meu ciclo de trabalho que não seria agradável não usá-las (embora seja possível).
Eu escrevi no título porque eu ainda não uso o Google Chrome ? O motivo do ainda é que eu acredito que seja inevitável um futuro com um netbook. Sim, eu acredito que um dia isso será tão comum quanto um simples celular. E eu acredito no Google OS, ou seja, no Google Chrome.
Além disso, o Google Chrome veio para ficar e tem estilo. Não apenas pelas novas idéias e conceitos já absorvidos por alguns navegadores (o Chrome não é tão novo assim), como na forma de fazer propaganda. Quem ainda não viu o excelente vídeo promocional do Google Chrome, aproveite. É uma obra prima da propaganda do meio. Sem dúvida !
Tuesday, December 08, 2009
Resolução de um problema de longa data
Tome nota: modificar o tamanho da fonte padrão nas preferências do navegador pode impedir o bom funcionamento de alguns sites. No momento eu estou utilizando a fonte Serif com o tamanho 16.
O site da Lojas Americanas é um exemplo de como a modificação dessa configuração altera consideravelmente o funcionamento do site, pois esse torna-se ilegível se o tamanho da fonte for 14 (para essa mesma fonte).
Esse é um problema de longa data que eu resolvi por acaso hoje. Me sinto um idiota, mas um idiota com a obrigação de compartilhar essa informação.
E que fique registrado que a culpa não é do Firefox e, possivelmente, não é minha, visto que eu acredito que os programadores do site deviam ter amarrado melhor o tamanho e a fonte utilizada, como eles fizeram na região que é responsável por atender o cliente e processar a compra do pedido.
O site da Lojas Americanas é um exemplo de como a modificação dessa configuração altera consideravelmente o funcionamento do site, pois esse torna-se ilegível se o tamanho da fonte for 14 (para essa mesma fonte).
Esse é um problema de longa data que eu resolvi por acaso hoje. Me sinto um idiota, mas um idiota com a obrigação de compartilhar essa informação.
E que fique registrado que a culpa não é do Firefox e, possivelmente, não é minha, visto que eu acredito que os programadores do site deviam ter amarrado melhor o tamanho e a fonte utilizada, como eles fizeram na região que é responsável por atender o cliente e processar a compra do pedido.
Thursday, October 15, 2009
Rapidinhas, não tão rápidas
Desde de julho eu não escrevo. Basicamente eu estou com a corda no pescoço e com o carrasco puxando ...
Somente consegui um tempo para escrever no blog apenas porque torci o pé e o analgésico/anti-inflamatório é forte.
O último tópico "Descobrindo o seu ip real" está desatualizado.
Por conta disso, eu sugiro o uso de
Não pude deixar de notar esse tópico de hoje. Fiquei impressionado com o unp. Ele resolve 70 % das dúvidas que eu tenho que responder sobre descompactar no terminal e ainda elimina uns 10 atalhos que possuo para descompactação em lote de arquivos.
Vejamos a configuração de notebook Acer Aspire 5738-6922
Esse notebook foi comprado para o laboratório e ficou sob minha guarda por eu ser o primeiro que irá utilizá-lo. Me ordenaram instalar o Windows XP e o Linux que desejasse. E quem foi que disse que o notebook reconheceu o Windows XP ? Eu sei que tem suporte porque há uns 40 drivers (sem brincadeiras) para instalar posteriormente ao OS. Mas eu não consegui passar das primeiras telas do instalador (E é o Windows XP original, ok ? E eu usei duas mídias distintas de CD !). Não imagina minhaalegria tristeza com a ausência do Windows , especialmente quando eu abri uma garrafa de vinho para comemorar
Mas o que me deixou chateado nesse notebook foi o Linux original do sistema (sim, o notebook veio com um GNU/Linux). Além do patético particionamento do sistema, ao qual 10 GB era tudo de Linux e o restante FAT32, o sistema iniciava no terminal (e se tinha um X funcional, não funcionou comigo) e não tinha toda configuração instalada. Quando eu vi o particionamento eu nem me dei ao trabalho de ver outras coisas. Ah ! O
O livro não está abandonado, apenas não esperem uma nova versão esse ano (especialmente porque desejo manter em PDF apenas versões estáveis e redondinhas do código que qualquer um pode acessar a qualquer hora - e que também anda parado a um bom tempo). As coisas estão realmente muito apertadas para mim e eu não vi muitas modificações no ubuntu 9.10 que justifiquem um esforço concentrado nesse momento.
[esqueci]
Experimente o htop. E se desejar, para não ter que reaprender a digitar htop no lugar de top, sugiro adicionar as linhas abaixo ao ~/.bashrc
Se tiver algum erro grave de português nesse texto, favor, ignore. Analgésicos não ajudam em nada na concentração.
Somente consegui um tempo para escrever no blog apenas porque torci o pé e o analgésico/anti-inflamatório é forte.
O último tópico "Descobrindo o seu ip real" está desatualizado.
Por conta disso, eu sugiro o uso de
alias myip="links -dump http://jfmitre.googlepages.com/ipsimple|head -1|cut -d',' -f 1"no lugar do comando previamente comentado. O comando ficou um pouco mais complicado, mas é mais provável que esse serviço não sai do ar. Eu não vou atualizar o outro tópico...
Não pude deixar de notar esse tópico de hoje. Fiquei impressionado com o unp. Ele resolve 70 % das dúvidas que eu tenho que responder sobre descompactar no terminal e ainda elimina uns 10 atalhos que possuo para descompactação em lote de arquivos.
Vejamos a configuração de notebook Acer Aspire 5738-6922
Processador & ChipsetSucesso quase absoluto em instalar o Ubuntu. Problema apenas com o microfone interno, ao qual eu nem sei se existe mesmo, e com o headfone, que eu não tentei configurar. O resto, perfeito. Mais ou menos 1100 frames por segundo de vídeo (suficiente para programas 3D que não sejam jogos atuais). Ótima qualidade de som, saída HDMI e memória DDR3.
Intel Core 2 Duo T6400 - 2.0GHz, Cache L2: 2MB, FSB: 800MHz.
Memória
3GB DDR3 1066MHz.
Expansível até 4GB.
Armazenamento
HD de 320GB - SATA II, Buffer de 8MB, 5400rpm.
Drive DVDRW - lê mídias double layer.
Tela
Tela de 15.6" com tecnologia Acer Cinecrystal.
Resolução nativa: 1366 x 768 pixels.
Gráficos
Intel GMA 4500MHD ( 128MB dedicado ).
Multimídia
WebCam de 1.3 megapixels.
Interface I/O ( entradas e saídas )
4 USB.
1 RJ-11 ( modem ).
1 RJ-45 ( rede Ethernet ).
1 saída de áudio para fones de ouvidos ou lato-falantes externos.
1 entrada para microfone externo.
1 saída VGA para monitores externos.
1 HDMI.
1 leitor de cartões de memória 5 em 1: SD, MMC, MS, MS PRO e xD.
Comunicação
modem 56Kbps.
rede Gigabit 10/100/1000Mbps.
rede Wireless: Wi-Fi 802.11a/b/g/n.
Interface do usuário
Gabinete azul onix, teclado preto.
Teclado com Ç.
Dimensões e peso
peso: 2.8kg.
Esse notebook foi comprado para o laboratório e ficou sob minha guarda por eu ser o primeiro que irá utilizá-lo. Me ordenaram instalar o Windows XP e o Linux que desejasse. E quem foi que disse que o notebook reconheceu o Windows XP ? Eu sei que tem suporte porque há uns 40 drivers (sem brincadeiras) para instalar posteriormente ao OS. Mas eu não consegui passar das primeiras telas do instalador (E é o Windows XP original, ok ? E eu usei duas mídias distintas de CD !). Não imagina minha
Mas o que me deixou chateado nesse notebook foi o Linux original do sistema (sim, o notebook veio com um GNU/Linux). Além do patético particionamento do sistema, ao qual 10 GB era tudo de Linux e o restante FAT32, o sistema iniciava no terminal (e se tinha um X funcional, não funcionou comigo) e não tinha toda configuração instalada. Quando eu vi o particionamento eu nem me dei ao trabalho de ver outras coisas. Ah ! O
shutdown -r nowtambém não funcionou e eu não faço idéia do motivo. Mas como ele travou ao desmontar o HD, eu suponho que algum serviço teimoso não foi corretamente desativado ou que os scripts estavam corrompidos. Seja como for, se fosse meu primeiro contato eu poderia nunca mais querer ouvir falar de Linux na vida e com justa causa.
O livro não está abandonado, apenas não esperem uma nova versão esse ano (especialmente porque desejo manter em PDF apenas versões estáveis e redondinhas do código que qualquer um pode acessar a qualquer hora - e que também anda parado a um bom tempo). As coisas estão realmente muito apertadas para mim e eu não vi muitas modificações no ubuntu 9.10 que justifiquem um esforço concentrado nesse momento.
[esqueci]
Experimente o htop. E se desejar, para não ter que reaprender a digitar htop no lugar de top, sugiro adicionar as linhas abaixo ao ~/.bashrc
# Use o htop no lugar do top, se existir htop[/esqueci]
alias top='[ -f /usr/bin/htop ] && htop || /usr/bin/top'
Se tiver algum erro grave de português nesse texto, favor, ignore. Analgésicos não ajudam em nada na concentração.
Monday, June 01, 2009
Snippets
Snippets são trechos reutilizáveis de código ou texto. Normalmente escreve-se uma palavra chave e um TAB e o trecho é inserido no conteúdo atual. Existe para mais de um editor de textos (vim, gedit, etc).
O maior problema dessa idéia brilhante é que é necessário configurar seus snippets. Não seria legal se você pudesse usar o que outras pessoas já fizeram ?
Pois, olhe os links externos da referência sobre snippet na wikipédia.
Infelizmente, a forma de escrever um snippet varia um pouquinho entre editores, mas nada que comprometa o reaproveitamento, pois escrever um snippet é algo muito simples.
A premissa é que você gasta tempo agora (e não vai ser tão pouco assim, um dia, pelo menos) configurando o que será necessário várias vezes ao longo de sua produtividade (o que lhe fará ganhar muitos dias). O ganho de tempo é extraordinário.
Agora, falta apenas uma extensão para o Firefox. Na verdade a extensão até existe, mas é experimental e para versão 2.0, ou seja, não existe de fato...
O maior problema dessa idéia brilhante é que é necessário configurar seus snippets. Não seria legal se você pudesse usar o que outras pessoas já fizeram ?
Pois, olhe os links externos da referência sobre snippet na wikipédia.
Infelizmente, a forma de escrever um snippet varia um pouquinho entre editores, mas nada que comprometa o reaproveitamento, pois escrever um snippet é algo muito simples.
A premissa é que você gasta tempo agora (e não vai ser tão pouco assim, um dia, pelo menos) configurando o que será necessário várias vezes ao longo de sua produtividade (o que lhe fará ganhar muitos dias). O ganho de tempo é extraordinário.
Agora, falta apenas uma extensão para o Firefox. Na verdade a extensão até existe, mas é experimental e para versão 2.0, ou seja, não existe de fato...
Saturday, June 14, 2008
Download de arquivos anexados no Gmail
Desde que o Gmail foi atualizado (é a chamada atualização para a versão 2.0) eu não conseguia fazer o download de arquivos anexados sem sair da página atual (a que tinha o e-mail aberto). Eu entrava em uma página em branco que se recusava a permitir o "back history" funcionar. Isso era um verdadeiro problema no começo. Todas as vezes que eu abria um arquivo anexado eu acabava deixando a página do e-mail... mas, sabendo que se trata de uma versão beta, julguei que era um problema do Gmail e deixei de lado. Também ignorei o fato de tinha esse problema aprendendo a usar o "botão do meio" do mouse para fazer um download.
Ontem eu fui baixar os slides de um curso que assistia e este estava anexado a um e-mail. Eu abri o Gmail e baixei os arquivos sem problema. Foi quando percebi que baixei os arquivos pelo método de clique tradicional ("botão esquerdo do mouse", certo ?) e não tive problema algum.
Fiquei pensando: corrigiram o bug ? Ao chegar em casa eu testei e o problema se manteve. Aí eu criei um perfil em branco e testei novamente. E o problema havia desaparecido. A essa altura todo mundo que acompanhou o raciocínio já sabe onde está o problema... em uma extensão instalada.
Lá vou eu testar o efeito de cada uma das minhas extensões, são muitas, mas os meus chutes iniciais bateram certinho. O vilão era a "Tab Mix Plus". Mas não se engane pelas minhas palavras, a extensão não era em si o vilão, mas sim, uma configuração que essa extensão possuí. Configuração essa que pode existir em outras extensões que possuam funções similares.
Bom, a maioria de nós usa o Firefox, mas nem todo mundo usa a Tab Mix Plus e o Gmail, quem fizer isso também e estiver enfrentando esse problema, verifique se a opção da aba "Links" referenciada como "Prevent blank tabs when downloading files" está marcada (isso é padrão da extensão). Certifique-se de que ela fique desmarcada para não enfrentar mais problemas no download de arquivos anexados no Gmail.
Uma questão interessante é de que se o Gmail abre uma janela, ela é muito pequena e certamente fecha imediatamente depois. Então, caso apareça algum problema com o redimensionamento da janela, verifique se na mesma aba do Tab Mix Plus em "JavaScript popups" está selecionado a opção "Allow resized popups". Eu não testei para verificar se algo esquisito acontece quando a opção "Open all popups in tabs" está selecionado, mas eu tenho quase certeza de que se essa opção estiver selecionada juntamente com a permissão de abrir abas em branco ao fazer downloads haverá algum comportamento esquisito em algumas páginas, mesmo que isso não aconteça dentro do Gmail.
Se você não usa o Tab Mix Plus, mas enfrenta esse problema, então, certamente o problema está em uma extensão que de alguma forma regula o funcionamento de popups ao fazer download de arquivos . Isso é comum na maior parte das extensões que permite aprimorar o funcionamento das abas e em extensões que prometem "radicalizar" ou "regular de forma rígida" o bloqueio de javascript. Comece por elas e boa sorte.
Ontem eu fui baixar os slides de um curso que assistia e este estava anexado a um e-mail. Eu abri o Gmail e baixei os arquivos sem problema. Foi quando percebi que baixei os arquivos pelo método de clique tradicional ("botão esquerdo do mouse", certo ?) e não tive problema algum.
Fiquei pensando: corrigiram o bug ? Ao chegar em casa eu testei e o problema se manteve. Aí eu criei um perfil em branco e testei novamente. E o problema havia desaparecido. A essa altura todo mundo que acompanhou o raciocínio já sabe onde está o problema... em uma extensão instalada.
Lá vou eu testar o efeito de cada uma das minhas extensões, são muitas, mas os meus chutes iniciais bateram certinho. O vilão era a "Tab Mix Plus". Mas não se engane pelas minhas palavras, a extensão não era em si o vilão, mas sim, uma configuração que essa extensão possuí. Configuração essa que pode existir em outras extensões que possuam funções similares.
Bom, a maioria de nós usa o Firefox, mas nem todo mundo usa a Tab Mix Plus e o Gmail, quem fizer isso também e estiver enfrentando esse problema, verifique se a opção da aba "Links" referenciada como "Prevent blank tabs when downloading files" está marcada (isso é padrão da extensão). Certifique-se de que ela fique desmarcada para não enfrentar mais problemas no download de arquivos anexados no Gmail.
Uma questão interessante é de que se o Gmail abre uma janela, ela é muito pequena e certamente fecha imediatamente depois. Então, caso apareça algum problema com o redimensionamento da janela, verifique se na mesma aba do Tab Mix Plus em "JavaScript popups" está selecionado a opção "Allow resized popups". Eu não testei para verificar se algo esquisito acontece quando a opção "Open all popups in tabs" está selecionado, mas eu tenho quase certeza de que se essa opção estiver selecionada juntamente com a permissão de abrir abas em branco ao fazer downloads haverá algum comportamento esquisito em algumas páginas, mesmo que isso não aconteça dentro do Gmail.
Se você não usa o Tab Mix Plus, mas enfrenta esse problema, então, certamente o problema está em uma extensão que de alguma forma regula o funcionamento de popups ao fazer download de arquivos . Isso é comum na maior parte das extensões que permite aprimorar o funcionamento das abas e em extensões que prometem "radicalizar" ou "regular de forma rígida" o bloqueio de javascript. Comece por elas e boa sorte.
Friday, June 13, 2008
Configurando Wallpaper Tray no OpenSUSE 10.3
Para quem não sabe, o Wallpaper Tray é um aplicativo que permite trocar o papel de parede automaticamente, de acordo com regras de configuração específicas.
O título desse tópico poderia ser "Configurando o Wallpaper Tray na unha". Ocorre que ninguém em sã consciência faria uma coisa dessas sabendo que para configurar o Wallpaper Tray basta clicar com o botão direito nele e selecionando "Configuration".
O problema é que ao tentar fazer isso no OpenSUSE eu simplesmente não consegui. Eu consegui compilar a versão 0.4.6 (já está compilada para 32-bits, mas o meu OpenSUSE é 64-bits) e consegui colocar ela para rodar. É fácil compilar e instalar (./configure && make && make install) e só haverá problemas caso não tenha feito uma instalação completa dos compiladores. Caso tenha alguma coisa faltando ela será listada no final do ./configure, bastando, então, instalar.
Mas como eu estava dizendo, compilar e instalar foi fácil. Rodar não. Eu não conseguia configurar o bendito e seguia sem ter o software configurado.
Foi aí que pensei, "oras, é exatamente o mesmo arquivo de configuração que eu uso no ubuntu" então é fui até o meu backup e encontrei o arquivo de configuração do Wallpaper Tray em ~/.gconf/apps/wp_tray/%gconf.xml e o editei manualmente.
Ele é basicamente o seguinte:
<?xml version="1.0"?>
<gconf>
<entry name="b_follow_links" mtime="1213358845" type="bool" value="false">
</entry>
<entry name="b_img_check" mtime="1213358845" type="bool" value="false">
</entry>
<entry name="b_wp_logon" mtime="1213358845" type="bool" value="true">
</entry>
<entry name="b_timeout" mtime="1213358845" type="bool" value="true">
</entry>
<entry name="n_timeout" mtime="1213358845" type="int" value="10">
</entry>
<entry name="dir_list" mtime="1213358845" type="list" ltype="string">
<li type="string">
<stringvalue>/files/fotos/diretorio1</stringvalue>
</li>
<li type="string">
<stringvalue>/files/fotos/diretorio2</stringvalue>
</li>
</entry>
</gconf>
Quase todas as opções do Wallpaper Tray 0.4.6 estão listadas acima. Não é possível configurar se o papel de parede será centralizado ou os outros tipos ou se a ordem de apresentação será randômica ou por alfabética ou por data. Não sei porque essas opções não aparecem listadas ali. Talvez nem funcionem direito.
Então a pergunta que fica é: o que significa cada coisa acima.
Repare que cada configuração (entry) possuí um nome (name), um tal de mtime, o tipo (type) e um valor (value). Eu vou dizer o que significa cada nome e apontar quais são as opções de valor (value).
São permitidos tantos grupos quanto desejados.
Dessa forma terá um arquivo de configuração que será corretamente lido mesmo que não consiga editar as opções via método normal.
Eu menciono várias vezes que eu instalei a versão 0.4.6, mas existem várias versões 0.5.x. Ocorre que mesmo depois que eu compilei (que não foi tão trivial) eu não consegui fazer as versões 0.5.x funcionarem (sequer consegui fazer ela iniciar). Muito provavelmente devido a versão do gnome que está acompanhando a distribuição que eu utilizei. Eu não sei se o arquivo de configuração mudou muito entre as versões, mas o aplicativo muito muito, muito mesmo. Não será nenhuma surpresa se o arquivo de configuração da versão 0.4.6 não for compatível com as versões superiores desse software.
Verifique na página do software se não existe uma versão compilada para sua distribuição e plataforma antes de tentar compilar. Não sei onde nem porque o erro que apresentei aqui aparece, se aparecer aí já sabe a solução ...
Eu falei do OpenSUSE, certo ?
Pois é, agora eu estou usando o OpenSUSE na universidade. Para mim que estou em vias de aprender a usar o OpenFOAM (é um software para simulação CFD de código livre) o OpenSUSE é a melhor distribuição possível. São feitos um para o outro, então quando o Ubuntu que estava nessa máquina quebrou por conta de uma atualização de kernel (parte da culpa é minha, pois não percebi que a partição /boot estava cheia ao fazer a atualização) eu tive uma desculpa perfeita para substituir um pelo outro. O OpenSUSE não me agradou em um primeiro contato, mas agora estou levando numa boa. Têm tudo que eu preciso, exceto esse CRUCIAL software que é o Wallpaper Tray. Ah! Estou em 64-bits e com a versão 10.3, sei que a 11 está para sair, mas eu tinha mesmo que fazer essa instalação e realmente não concordo com o uso de versões de desenvolvimento em máquinas produtivas.
O título desse tópico poderia ser "Configurando o Wallpaper Tray na unha". Ocorre que ninguém em sã consciência faria uma coisa dessas sabendo que para configurar o Wallpaper Tray basta clicar com o botão direito nele e selecionando "Configuration".
O problema é que ao tentar fazer isso no OpenSUSE eu simplesmente não consegui. Eu consegui compilar a versão 0.4.6 (já está compilada para 32-bits, mas o meu OpenSUSE é 64-bits) e consegui colocar ela para rodar. É fácil compilar e instalar (./configure && make && make install) e só haverá problemas caso não tenha feito uma instalação completa dos compiladores. Caso tenha alguma coisa faltando ela será listada no final do ./configure, bastando, então, instalar.
Mas como eu estava dizendo, compilar e instalar foi fácil. Rodar não. Eu não conseguia configurar o bendito e seguia sem ter o software configurado.
Foi aí que pensei, "oras, é exatamente o mesmo arquivo de configuração que eu uso no ubuntu" então é fui até o meu backup e encontrei o arquivo de configuração do Wallpaper Tray em ~/.gconf/apps/wp_tray/%gconf.xml e o editei manualmente.
Ele é basicamente o seguinte:
<?xml version="1.0"?>
<gconf>
<entry name="b_follow_links" mtime="1213358845" type="bool" value="false">
</entry>
<entry name="b_img_check" mtime="1213358845" type="bool" value="false">
</entry>
<entry name="b_wp_logon" mtime="1213358845" type="bool" value="true">
</entry>
<entry name="b_timeout" mtime="1213358845" type="bool" value="true">
</entry>
<entry name="n_timeout" mtime="1213358845" type="int" value="10">
</entry>
<entry name="dir_list" mtime="1213358845" type="list" ltype="string">
<li type="string">
<stringvalue>/files/fotos/diretorio1</stringvalue>
</li>
<li type="string">
<stringvalue>/files/fotos/diretorio2</stringvalue>
</li>
</entry>
</gconf>
Quase todas as opções do Wallpaper Tray 0.4.6 estão listadas acima. Não é possível configurar se o papel de parede será centralizado ou os outros tipos ou se a ordem de apresentação será randômica ou por alfabética ou por data. Não sei porque essas opções não aparecem listadas ali. Talvez nem funcionem direito.
Então a pergunta que fica é: o que significa cada coisa acima.
Repare que cada configuração (entry) possuí um nome (name), um tal de mtime, o tipo (type) e um valor (value). Eu vou dizer o que significa cada nome e apontar quais são as opções de valor (value).
- b_follow_links configura se o aplicativo deve seguir links simbólicos. Como opções permite false ou true. Nunca usei isso. Sempre deixo em false.
- b_img_check checa se os arquivos são imagens, assim como o anterior permite usar false ou true e eu também nunca usei isso. Crie um diretório só com imagens para usar esse programa, sim ? É mais prático e dispensa essa opção.
- b_wp_logon quando verdadeiro (true) troca o papel de parede ao logar no sistema, quando for falso (false) mantém o último papel de parede utilizado ao deslogar do sistema até que ele seja trocado automaticamente ou manualmente (com um clique no ícone do "tray"). Meio inútil caso venha a ativar a opção seguinte, a b_timeout.
- b_timeout também aceita true ou false. Quando true o papel de parede será trocado automaticamente segundo o intervalo de tempo estabelecido na opção seguinte n_timeout
- n_timeout configura o intervalo de tempo em minutos que será utilizador para trocar o papel de parede. Só faz sentido se b_timeout for true
- dir_list é uma variável que mantém a lista de diretórios onde estão suas imagens. É obrigatório que exista pelo menos um grupo:
< type="string">
< stringvalue>/files/fotos/diretorio1</stringvalue>
< /li >
São permitidos tantos grupos quanto desejados.
Dessa forma terá um arquivo de configuração que será corretamente lido mesmo que não consiga editar as opções via método normal.
Eu menciono várias vezes que eu instalei a versão 0.4.6, mas existem várias versões 0.5.x. Ocorre que mesmo depois que eu compilei (que não foi tão trivial) eu não consegui fazer as versões 0.5.x funcionarem (sequer consegui fazer ela iniciar). Muito provavelmente devido a versão do gnome que está acompanhando a distribuição que eu utilizei. Eu não sei se o arquivo de configuração mudou muito entre as versões, mas o aplicativo muito muito, muito mesmo. Não será nenhuma surpresa se o arquivo de configuração da versão 0.4.6 não for compatível com as versões superiores desse software.
Verifique na página do software se não existe uma versão compilada para sua distribuição e plataforma antes de tentar compilar. Não sei onde nem porque o erro que apresentei aqui aparece, se aparecer aí já sabe a solução ...
Eu falei do OpenSUSE, certo ?
Pois é, agora eu estou usando o OpenSUSE na universidade. Para mim que estou em vias de aprender a usar o OpenFOAM (é um software para simulação CFD de código livre) o OpenSUSE é a melhor distribuição possível. São feitos um para o outro, então quando o Ubuntu que estava nessa máquina quebrou por conta de uma atualização de kernel (parte da culpa é minha, pois não percebi que a partição /boot estava cheia ao fazer a atualização) eu tive uma desculpa perfeita para substituir um pelo outro. O OpenSUSE não me agradou em um primeiro contato, mas agora estou levando numa boa. Têm tudo que eu preciso, exceto esse CRUCIAL software que é o Wallpaper Tray. Ah! Estou em 64-bits e com a versão 10.3, sei que a 11 está para sair, mas eu tinha mesmo que fazer essa instalação e realmente não concordo com o uso de versões de desenvolvimento em máquinas produtivas.
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