Você percebe que tem alguma coisa errada com seu blog quando ele aparece como o blog mais desatualizado de sua lista de leitura do Google Reader.
Pois bem. Esse blog não morreu. Pelo menos não tenho intenção de executá-lo.
Esse início de ano foi atípico. Depois de minha defesa de doutorado eu pisei no freio, passei uma semana em Ouro Preto, visitei o Rio de Janeiro (sim eu visitei a cidade que eu moro, pois nunca tinha ido ao Pão de Açúcar ou ao Corcovado. Resolvi esse pendência esse ano). Li vários livros (li mais esse ano do que nos últimos 7 anos de minha vida). Também tenho ido muito ao cinema recentemente (já viram "Rio" ? Não perca !!!).
E por falar em leitura, conhece o livro "Arte de viver" ? Talvez seja o livro mais proveitoso que já tive a oportunidade de ler até hoje e certamente foram os 10 reais mais bem gastos com livros de minha vida. Porque é muito livro para 10 reais e 96 páginas. Um outro livro muito interessante no mesmo tópico é o "Guia do Imperador".
Mas voltando ao blog. É verdade também que o ritmo do blog diminuiu porque eu diminui o meu consumo de novidade de computador. Ainda tenho alguns artigos pendentes, mas são artigos que não dependem da data. Quando eu os escrever, será atual. Sinceramente, quem pode me dizer que houve uma fato impressionante, empolgante e revolucionário nos últimos meses ? Claro que tivemos notícias e, algumas, interessantes, mas notícias são só notícias e tem gente que escreve notícias melhor do que eu.
Pequenas experiências computacionais, por outro lado, me parecem uteis compartilhar.
Essa semana resolvi um problema com o Arch Linux e o cubo do KDE 4. Algo antigo que vinha me atormentando nos últimos meses. O KDE travava quando eu concluia o uso do cubo. Resolvi o problema desmarcando o "Habilitar o processamento direto" que é uma opção da aba "Avançado" dos "Efeitos da área de trabalho"
Outro problema recente é que o meu diretório de configuração do KDE4 no Arch Linux é velho. Muito velho. Da época que o diretório .kde era muito util e .kde4 era novidade. Pois, na última atualização, esse diretório velho .kde começou a interferir no funcionamento do KDE4, bastou deletar o mesmo para tudo funcionar bem.
Já tentou reconfigurar toda uma conta do zero depois de anos usando o mesmo diretório de configuração ? Cara, como isso dá trabalho ! Ainda bem que eu não precisei de fazer isso.
Estou migrando minha estação de trabalho na Universidade para o Scientific Linux 6. Não estou nem um pouco interessado em esperar o CentOS 6. As coisas não andam muito boas para o CentOS. O Scientific Linux conta com o KDE 4.3 o que é uma coisa muito boa. O motivo dessa migração é um programa muito caro e fechado que o laboratório pagou para ter, mas que depende de um RedHat Enterprise Linux da vida... alguma atualização no X tem produzindo incompatibilidade com as versões mais recentes de Linux. Sendo atualmente incompatível com o openSUSE 11.4, o Ubuntu 10.04 ou mais recente, etc e etc. Em casa eu continuo firme e forte no Arch Linux
Também nesse período eu adquiri um Nokia N8. Além de ter uma bela, potente, prática e muito bacana câmera fotográfica a mãos em 100 % do tempo, eu agora uso menos o computador. Especialmente em casa. É muito mais prático ler o Google Reader, acessar o Gmail, etc e etc. Francamente, eu não dou a mínima para a questão do software que a Nokia escolheu para o futuro dela. Eu não preciso fazer parte desse futuro, eu faço parte do presente e estou satisfeito, muito satisfeito com ele. Eu não escolhi o software, eu escolhi o hardware. A câmera fotográfica com lente de alta qualidade, 12 MP e flash Xenon. O restante é bônus.
É isso ... as coisas estão voltando aos trilhos, espero que o blog também o faça.
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Monday, April 11, 2011
Sunday, March 21, 2010
Propriedade Intelectual
O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) publicou e disponibilizou em PDF três livros sobre propriedade intelectual. Se não entendi errado, pois não li os três livros, é o mesmo assunto com enfoques diferentes. Ao meu ver, a importância dessa publicação é que ela demonstra o quadro Brasileiro sobre a questão.
Não é uma discussão ideológica sobre o que poderia ser ou o que a jurisprudência diz, mas sobre o que de fato é válido no território brasileiro, pois é o material da autoridade brasileira sobre o assunto.
Para quem não sabe (e eu não sabia até ler um dos livros), a propriedade intelectual é dividida em três categorias: direito autoral, propriedade industrial e proteção sui-generis.
Se essa não é uma leitura muito agradável a todos, sem dúvida é uma leitura importante. Nem que seja para dar uma olhada no que diz respeito ao direito autoral e proteção sui-generis.
No documento fica claro que "qualquer parte da obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte".
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Saturday, December 19, 2009
Livros inesquecíveis
Recentemente eu dei uma arrumada nos meus livros, então vamos falar sobre livros...
Em meio a eles, acabei observando quais são os livros que eu possuo (e, claro, que eu li) que considero inesquecíveis:
Aproveitando a deixa, como eu disse, eu fui obrigado a ler "Olhai os Lírios do Campo", mas quero deixar claro que, comigo, essa obrigação nunca refletiu como opinião sobre um livro. Eurico - O Presbítero e Memórias Póstumas de Brás Cubas representam livros que li obrigado e gostei muito de ter lido.
E, por favor, lembre-se que eu montei essa lista com base em livros que eu possuo, assim, Isaac Asimov, A Arte da Guerra e tantos outros que eu já li e não possuo, não estão inclusos. A lista não possuí qualquer tipo de ordenação lógica.
Em meio a eles, acabei observando quais são os livros que eu possuo (e, claro, que eu li) que considero inesquecíveis:
- Memórias Póstumas de Brás Cubas. Esse livro me ensinou a ver a sociedade. Se eu não me engano, li ele na oitava série. Fiquei fascinado pelo livro. Por muito tempo, eu retive na memória diálogos e passagens inteiras do livro. As obras completas de Machado de Assis podem ser gratuitamente baixadas da internet.
- Incidente em Antares. O último romance escrito por Érico Veríssimo de quem tenho muito livros. Eu li esse livro devido a minissérie da TV. Eu fiquei revoltado com a adaptação. Foi a primeira vez que tive essa reação. Nem imaginava que tinha sido uma excelente adaptação comparado com o que eu veria depois.
- Olhai os Lírios do Campo. Outro livro de Érico Veríssimo. Mas esse me marcou porque foi um livro que eu odiei com todas as minhas forças. Sabe quando você lê um livro e não gosta ? Pois é... foi assim. Mas eu não podia largar o livro devido a obrigação escolar de ler ele. É o único dos livros de Érico Veríssimo que eu não gosto.
- A Bíblia. Você não precisa ser religioso para gostar de um bom livro. E a Bíblia é fascinante. Se eu tivesse 1 trilionésimo do conhecimento passado por ela eu seria uma pessoa bem melhor.
- As Aventuras de Sherlock Holmes. Eu tenho a coleção completa. Todos os livros e contos publicados por Sir Arthur Conan Doyle. O que dizer ? Se não leu, devia ler. O chato é que depois disso você acha que tudo que você lê e vê por aí não passa de cópia ruim do Sherlock Holmes. Eu já tinha ouvido falar disso, mas depois que li os livros tive certeza.
- Cassino Royale. Você precisa ler o livro para entender quem era o 007. O personagem do livro é mais sóbrio que o do filme. E o texto de Ian Fleming é genial. Só isso compensa.
- O Senhor do Anéis. J. R. R. Tolkien é um dos mestres da literatura. Posso não mencionar William Shakespeare e outros mestres nessa minha lista, mas isso é porque é minha lista de livros inesquecíveis e não lista sobre os maiores mestres da literatura. O mais extraordinário sobre esse livro não é o fato de ter lido toda a história em 3 dias sem conseguir parar para fazer outra coisa (nota: a faculdade foi mais fácil que a pós-graduação!). O mais fantástico é que ele criou um novo universo em um nível de detalhe impressionante. A saga é uma saga. É possuí início, meio e fim. E que fim. Não há no meu limitado número livros lidos um história que tenha sido concluída com tanta perfeição, tantos detalhes de sua narrativa. Mas não é só o fim que impressiona, o início, a forma como cada elemento se encaixa em uma escala de espaço e tempo. A fase intermediária, toda a aventura narrada de forma tal que você fica cansado juntamente com os personagens. É um livro inesquecível.
- 1984. Extraído da wikipédia, eu pego a definição perfeita do que esse livro representa:
George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo.
É isso. O que mais preciso dizer sobre 1984 ? - O menino que Enganou o Gigante. Um livro da coleção fantasminha. Baseado na história de Tamara Kitt com o texto em português de Stella Leonardos. Ganhei esse livro na minha festa de aniversário de 88 (fazia 8 anos), da minha "tia" (entenda professora) Karla, da segunda série. Porque esse livro é inesquecível ? Foi o primeio livro que não parecia um brinquedo de criança que eu li sozinho sem ajuda de ninguém. Antes disso, apenas livros de capa e folhas duras e cujas as histórias eram basicamente os desenhos ou livros que faziam parte da escola (textos dos livros escolares da alfabetização). Mas o que quero dizer é: embora não tenha sido a primeira leitura de fato, é o que eu assumo ser o meu primeiro livro "adulto" (ok, infantil pós alfabetização !). O livro que marcou a transição das figuras com texto para o texto com figuras.
Aproveitando a deixa, como eu disse, eu fui obrigado a ler "Olhai os Lírios do Campo", mas quero deixar claro que, comigo, essa obrigação nunca refletiu como opinião sobre um livro. Eurico - O Presbítero e Memórias Póstumas de Brás Cubas representam livros que li obrigado e gostei muito de ter lido.
E, por favor, lembre-se que eu montei essa lista com base em livros que eu possuo, assim, Isaac Asimov, A Arte da Guerra e tantos outros que eu já li e não possuo, não estão inclusos. A lista não possuí qualquer tipo de ordenação lógica.
Thursday, October 15, 2009
Rapidinhas, não tão rápidas
Desde de julho eu não escrevo. Basicamente eu estou com a corda no pescoço e com o carrasco puxando ...
Somente consegui um tempo para escrever no blog apenas porque torci o pé e o analgésico/anti-inflamatório é forte.
O último tópico "Descobrindo o seu ip real" está desatualizado.
Por conta disso, eu sugiro o uso de
Não pude deixar de notar esse tópico de hoje. Fiquei impressionado com o unp. Ele resolve 70 % das dúvidas que eu tenho que responder sobre descompactar no terminal e ainda elimina uns 10 atalhos que possuo para descompactação em lote de arquivos.
Vejamos a configuração de notebook Acer Aspire 5738-6922
Esse notebook foi comprado para o laboratório e ficou sob minha guarda por eu ser o primeiro que irá utilizá-lo. Me ordenaram instalar o Windows XP e o Linux que desejasse. E quem foi que disse que o notebook reconheceu o Windows XP ? Eu sei que tem suporte porque há uns 40 drivers (sem brincadeiras) para instalar posteriormente ao OS. Mas eu não consegui passar das primeiras telas do instalador (E é o Windows XP original, ok ? E eu usei duas mídias distintas de CD !). Não imagina minhaalegria tristeza com a ausência do Windows , especialmente quando eu abri uma garrafa de vinho para comemorar
Mas o que me deixou chateado nesse notebook foi o Linux original do sistema (sim, o notebook veio com um GNU/Linux). Além do patético particionamento do sistema, ao qual 10 GB era tudo de Linux e o restante FAT32, o sistema iniciava no terminal (e se tinha um X funcional, não funcionou comigo) e não tinha toda configuração instalada. Quando eu vi o particionamento eu nem me dei ao trabalho de ver outras coisas. Ah ! O
O livro não está abandonado, apenas não esperem uma nova versão esse ano (especialmente porque desejo manter em PDF apenas versões estáveis e redondinhas do código que qualquer um pode acessar a qualquer hora - e que também anda parado a um bom tempo). As coisas estão realmente muito apertadas para mim e eu não vi muitas modificações no ubuntu 9.10 que justifiquem um esforço concentrado nesse momento.
[esqueci]
Experimente o htop. E se desejar, para não ter que reaprender a digitar htop no lugar de top, sugiro adicionar as linhas abaixo ao ~/.bashrc
Se tiver algum erro grave de português nesse texto, favor, ignore. Analgésicos não ajudam em nada na concentração.
Somente consegui um tempo para escrever no blog apenas porque torci o pé e o analgésico/anti-inflamatório é forte.
O último tópico "Descobrindo o seu ip real" está desatualizado.
Por conta disso, eu sugiro o uso de
alias myip="links -dump http://jfmitre.googlepages.com/ipsimple|head -1|cut -d',' -f 1"no lugar do comando previamente comentado. O comando ficou um pouco mais complicado, mas é mais provável que esse serviço não sai do ar. Eu não vou atualizar o outro tópico...
Não pude deixar de notar esse tópico de hoje. Fiquei impressionado com o unp. Ele resolve 70 % das dúvidas que eu tenho que responder sobre descompactar no terminal e ainda elimina uns 10 atalhos que possuo para descompactação em lote de arquivos.
Vejamos a configuração de notebook Acer Aspire 5738-6922
Processador & ChipsetSucesso quase absoluto em instalar o Ubuntu. Problema apenas com o microfone interno, ao qual eu nem sei se existe mesmo, e com o headfone, que eu não tentei configurar. O resto, perfeito. Mais ou menos 1100 frames por segundo de vídeo (suficiente para programas 3D que não sejam jogos atuais). Ótima qualidade de som, saída HDMI e memória DDR3.
Intel Core 2 Duo T6400 - 2.0GHz, Cache L2: 2MB, FSB: 800MHz.
Memória
3GB DDR3 1066MHz.
Expansível até 4GB.
Armazenamento
HD de 320GB - SATA II, Buffer de 8MB, 5400rpm.
Drive DVDRW - lê mídias double layer.
Tela
Tela de 15.6" com tecnologia Acer Cinecrystal.
Resolução nativa: 1366 x 768 pixels.
Gráficos
Intel GMA 4500MHD ( 128MB dedicado ).
Multimídia
WebCam de 1.3 megapixels.
Interface I/O ( entradas e saídas )
4 USB.
1 RJ-11 ( modem ).
1 RJ-45 ( rede Ethernet ).
1 saída de áudio para fones de ouvidos ou lato-falantes externos.
1 entrada para microfone externo.
1 saída VGA para monitores externos.
1 HDMI.
1 leitor de cartões de memória 5 em 1: SD, MMC, MS, MS PRO e xD.
Comunicação
modem 56Kbps.
rede Gigabit 10/100/1000Mbps.
rede Wireless: Wi-Fi 802.11a/b/g/n.
Interface do usuário
Gabinete azul onix, teclado preto.
Teclado com Ç.
Dimensões e peso
peso: 2.8kg.
Esse notebook foi comprado para o laboratório e ficou sob minha guarda por eu ser o primeiro que irá utilizá-lo. Me ordenaram instalar o Windows XP e o Linux que desejasse. E quem foi que disse que o notebook reconheceu o Windows XP ? Eu sei que tem suporte porque há uns 40 drivers (sem brincadeiras) para instalar posteriormente ao OS. Mas eu não consegui passar das primeiras telas do instalador (E é o Windows XP original, ok ? E eu usei duas mídias distintas de CD !). Não imagina minha
Mas o que me deixou chateado nesse notebook foi o Linux original do sistema (sim, o notebook veio com um GNU/Linux). Além do patético particionamento do sistema, ao qual 10 GB era tudo de Linux e o restante FAT32, o sistema iniciava no terminal (e se tinha um X funcional, não funcionou comigo) e não tinha toda configuração instalada. Quando eu vi o particionamento eu nem me dei ao trabalho de ver outras coisas. Ah ! O
shutdown -r nowtambém não funcionou e eu não faço idéia do motivo. Mas como ele travou ao desmontar o HD, eu suponho que algum serviço teimoso não foi corretamente desativado ou que os scripts estavam corrompidos. Seja como for, se fosse meu primeiro contato eu poderia nunca mais querer ouvir falar de Linux na vida e com justa causa.
O livro não está abandonado, apenas não esperem uma nova versão esse ano (especialmente porque desejo manter em PDF apenas versões estáveis e redondinhas do código que qualquer um pode acessar a qualquer hora - e que também anda parado a um bom tempo). As coisas estão realmente muito apertadas para mim e eu não vi muitas modificações no ubuntu 9.10 que justifiquem um esforço concentrado nesse momento.
[esqueci]
Experimente o htop. E se desejar, para não ter que reaprender a digitar htop no lugar de top, sugiro adicionar as linhas abaixo ao ~/.bashrc
# Use o htop no lugar do top, se existir htop[/esqueci]
alias top='[ -f /usr/bin/htop ] && htop || /usr/bin/top'
Se tiver algum erro grave de português nesse texto, favor, ignore. Analgésicos não ajudam em nada na concentração.
Sunday, May 17, 2009
Como colaborar com o livro "Introdução ao GNU/Linux"
Para ajudar no desenvolvimento do livro, una-se a lista de discussão:
http://groups.google.com/group/introducaoaognulinux
Com isso você será adicionado como usuário do projeto do livro o que permitirá que faça as alterações via svn.
Você pode fazer as modificações e enviar para um dos autores (preferencialmente ao primeiro autor, que sou eu).
Uma forma simplesmente de colaborar é tendo idéias novas e boas para acrescentar. Deixe as idéias nos comentário na lista de coisas para fazer no wiki do projeto ou via e-mail para os autores.
Você também contará com o meu muito obrigado ao divulgar o material.
E por falar na lista de coisas para fazer, não custa lembrar que o livro é aberto, e que está em edição permanente (daqui por diante, em uma velocidade menor do que até aqui). Arquivos PDFs devem ser liberados com freqüência irregular, mas de tempos em tempos teremos uma nova versão estável do documento.
Quando digo estável, quero dizer que é uma versão acabada, onde uma certa idéia foi implementada como um todo no documento. Por exemplo, a versão 1.1 foi liberada hoje. Ela possui melhorias para quem utilizará o documento apenas em formato digital (inclusão do links clicáveis no documento) e algumas correções no português (na verdade, inglês. É "drivers" e não "drives"). Essa versão também inclui pequenas adições ao FAQ.
A primeira versão teve quase 1000 downloads. Espero que a versão 1.1 tenha tantos downloads quanto a 1.0 (afinal, "drives" é de matar).
http://groups.google.com/group/introducaoaognulinux
Com isso você será adicionado como usuário do projeto do livro o que permitirá que faça as alterações via svn.
Você pode fazer as modificações e enviar para um dos autores (preferencialmente ao primeiro autor, que sou eu).
Uma forma simplesmente de colaborar é tendo idéias novas e boas para acrescentar. Deixe as idéias nos comentário na lista de coisas para fazer no wiki do projeto ou via e-mail para os autores.
Você também contará com o meu muito obrigado ao divulgar o material.
E por falar na lista de coisas para fazer, não custa lembrar que o livro é aberto, e que está em edição permanente (daqui por diante, em uma velocidade menor do que até aqui). Arquivos PDFs devem ser liberados com freqüência irregular, mas de tempos em tempos teremos uma nova versão estável do documento.
Quando digo estável, quero dizer que é uma versão acabada, onde uma certa idéia foi implementada como um todo no documento. Por exemplo, a versão 1.1 foi liberada hoje. Ela possui melhorias para quem utilizará o documento apenas em formato digital (inclusão do links clicáveis no documento) e algumas correções no português (na verdade, inglês. É "drivers" e não "drives"). Essa versão também inclui pequenas adições ao FAQ.
A primeira versão teve quase 1000 downloads. Espero que a versão 1.1 tenha tantos downloads quanto a 1.0 (afinal, "drives" é de matar).
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Monday, May 11, 2009
Introdução ao GNU/Linux
Em abril desse ano, eu apresentei o curso de extensão `Introdução ao GNU/Linux'' no Programa de Engenharia Química (COPPE/UFRJ).
Com o objetivo de prover uma referência por escrito e atualizada sobre o GNU/Linux, eu comecei a escrever um documento que ganhei volume e corpo de um livro. Livro esse que eu tenho o prazer de anunciar como um projeto livre.
O livro Introdução ao GNU/Linux está disponível para download em PDF, e código fonte
Ele foi escrito para um público que nunca teve contato com o sistema operacional GNU/Linux, mas não para quem nunca teve contato com computadores.
Sobre o Livro "Introdução ao GNU/Linux"
O GNU/Linux é um sistema operacional, que por definição é um programa responsável por conectar o usuário ao hardware, capaz de unificar o núcleo criado por Linus Torvalds em 1991 e diversas ferramentas criadas por terceiros.
Esse livro introduz ao leitor detalhes sobre (i) a arquitetura do GNU/Linux, partindo de um breve histórico até sua estrutura atual, (ii) os principais softwares para uso em computadores pessoais, como gerenciadores de arquivos, editores de texto, navegadores de internet, entre outros, (iii) os principais utilitários para uso de terminal, como man, ls, rm, cat, ssh, scp, entre outros e (iv) completando com um guia de sobrevivência na administração de um sistema GNU/Linux, apresentando os utilitários de configuração de rede, impressora, instalação de programas, além de outros pontos associados a utilização do GNU/Linux em computadores pessoais.
Sobre a licença do livro
O uso deste documento é regido pela licença GNU Free Documentation License, Versão 1.3 ou qualquer outra publicada posteriormente, da Free Software Foundation. Uma cópia dessa licença pode ser lida no anexo D do livro ou na página http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html.
Infelizmente o Google Codes não permite que seja selecionado a licença GNU Free Documentation License, Version 1.3 ou superior como licença padrão do projeto, por isso, na barra ao lateral do site do projeto está escrito "GNU General Public License v3" e isso não é verdade. Por serem licenças complementares e compatíveis, eu não me preocupei. Caso alguém saiba de algo que eu não saiba, favor, informar.
A GNU Free Documentation License permite que você copie, modifique e/ou redistribua o documento inteiro ou parte do documento sobre os seus termos e respeitando as seções invariantes (no caso desse documento, são apenas as licenças em si).
A única exigência da GNU FDL é que os autores originais devem ser referenciados (não abre-se mão do direito autoral, algo que eu não poderia fazer nunca no Brasil) e de que a parte do conteúdo utilizado em outros trabalhos proveniente desse projeto (uma figura ou capítulo, por exemplo) também deve ser distribuído pela GNU FDL.
Como colaborar com projeto ?
Para ajudar no desenvolvimento do livro, una-se a lista de discussão:http://groups.google.com/group/introducaoaognulinux
Com isso você será adicionado como usuário do projeto do livro o que permitirá que faça as alterações.
[update] Depois de 2 anos sem atividades, eu cancelei a lista. [/update]
Você pode fazer as modificações e enviar para um dos autores (preferencialmente a mim mesmo).
Outra forma simples de colaborar é divulgando o material.
O que ainda resta a ser feito ?
Há uma lista de coisas a fazer e uma lista dos erros esperados.
Também tenho o objetivo de manter o livro atualizado. Idéia simples, fazer não é tão simples.
Novas versão em PDF devem ser lançadas periodicamente, conforme a atualização do documento.
Novas idéias são bem vindas.
Com o objetivo de prover uma referência por escrito e atualizada sobre o GNU/Linux, eu comecei a escrever um documento que ganhei volume e corpo de um livro. Livro esse que eu tenho o prazer de anunciar como um projeto livre.
O livro Introdução ao GNU/Linux está disponível para download em PDF, e código fonte
Ele foi escrito para um público que nunca teve contato com o sistema operacional GNU/Linux, mas não para quem nunca teve contato com computadores.
Sobre o Livro "Introdução ao GNU/Linux"
O GNU/Linux é um sistema operacional, que por definição é um programa responsável por conectar o usuário ao hardware, capaz de unificar o núcleo criado por Linus Torvalds em 1991 e diversas ferramentas criadas por terceiros.
Esse livro introduz ao leitor detalhes sobre (i) a arquitetura do GNU/Linux, partindo de um breve histórico até sua estrutura atual, (ii) os principais softwares para uso em computadores pessoais, como gerenciadores de arquivos, editores de texto, navegadores de internet, entre outros, (iii) os principais utilitários para uso de terminal, como man, ls, rm, cat, ssh, scp, entre outros e (iv) completando com um guia de sobrevivência na administração de um sistema GNU/Linux, apresentando os utilitários de configuração de rede, impressora, instalação de programas, além de outros pontos associados a utilização do GNU/Linux em computadores pessoais.
Sobre a licença do livro
O uso deste documento é regido pela licença GNU Free Documentation License, Versão 1.3 ou qualquer outra publicada posteriormente, da Free Software Foundation. Uma cópia dessa licença pode ser lida no anexo D do livro ou na página http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html.
Infelizmente o Google Codes não permite que seja selecionado a licença GNU Free Documentation License, Version 1.3 ou superior como licença padrão do projeto, por isso, na barra ao lateral do site do projeto está escrito "GNU General Public License v3" e isso não é verdade. Por serem licenças complementares e compatíveis, eu não me preocupei. Caso alguém saiba de algo que eu não saiba, favor, informar.
A GNU Free Documentation License permite que você copie, modifique e/ou redistribua o documento inteiro ou parte do documento sobre os seus termos e respeitando as seções invariantes (no caso desse documento, são apenas as licenças em si).
A única exigência da GNU FDL é que os autores originais devem ser referenciados (não abre-se mão do direito autoral, algo que eu não poderia fazer nunca no Brasil) e de que a parte do conteúdo utilizado em outros trabalhos proveniente desse projeto (uma figura ou capítulo, por exemplo) também deve ser distribuído pela GNU FDL.
Como colaborar com projeto ?
[update] Depois de 2 anos sem atividades, eu cancelei a lista. [/update]
Você pode fazer as modificações e enviar para um dos autores (preferencialmente a mim mesmo).
Outra forma simples de colaborar é divulgando o material.
O que ainda resta a ser feito ?
Há uma lista de coisas a fazer e uma lista dos erros esperados.
Também tenho o objetivo de manter o livro atualizado. Idéia simples, fazer não é tão simples.
Novas versão em PDF devem ser lançadas periodicamente, conforme a atualização do documento.
Novas idéias são bem vindas.
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Sunday, April 22, 2007
Gerencie Sua Mente, Não o Seu Tempo
Depois de ler A Arte de Fazer Acontecer de David Allen, meu passo seguinte foi ler Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo, do mesmo autor.
Um resumo do livro em pouquíssimas palavras pode ser encontrado na capa do livro: 52 princípios do código da produtividade. Quanto ao "o que é" o livro isso basta, mesmo que não represente a profundidade do livro, representa, sim, o conteúdo. São 52 capítulos que colocam pontos de vistas (sempre justificados e bem explanados) sobre produtividade pessoal. O que, aliás, ajuda muito na velocidade de leitura. Eu li suas quase 200 páginas em menos de 2 horas. Mas a verdade é que nem tudo são flores, ou melhor dizendo, tão prático assim.
É muito fácil ler o livro. É muito fácil terminar o livro. É muito fácil entender o livro. NÃO é fácil colocar o livro em prática. Ao contrário do livro "A Arte de Fazer Acontecer", você não vai terminar a leitura e colocar tudo em prática. Não vai conseguir absorver os conceitos e traduzi-los em produtividade com alguns exercícios simples. Não vai conseguir absorver em seus hábitos, nem 10 dos 52 princípios, excetuando aqueles que já haviam sido introduzidos em meio ao A Arte de Fazer Acontecer e que você já colocou em prática em pouco tempo. O livro não é um manual prático de como mudar sua vida, é uma explanação filosófica de como um manual prático pode mudar sua vida se você permitir.
O livro é bom, mas não deve ser lido da forma que eu li. Sinceramente não adiantou nada o que eu fiz, exceto saber o que tenho que fazer daqui por diante. Minha recomendação é que leia um capítulo por dia. Assim, levará 52 dias para ler o livro, mas será possível avaliar, absorver e incluir os conceitos ao seu dia-a-dia sem grandes obstáculos. Na pior das hipóteses terá tido tempo para perceber como cada um dos princípios te afeta de forma particular e como deve responder a esse estímulo. Provavelmente perceberá que alguns deles são pouco ou nada proveitosos, não que eles não o sejam de fato, mas por que estes não representam sua realidade atual ou que outros já fazem parte do seus hábitos (como o "dia de revisão" inicialmente proposto no A Arte de Fazer Acontecer e que foi uma das coisas que eu mais facilmente inclui nos meus hábitos após ler o livro).
Sei que não devo ser maioria nessa opinião, mas eu colocaria o Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo como uma leitura opcional. Que ser for lido, deve ser lido não apenas depois do A Arte de Fazer Acontecer, mas também depois de ter assumido consigo mesmo o compromisso de usar o GTD como uma forma de gerenciar sua vida, do contrário, vários conceitos importantes podem passar desapercebidos e mesmo depois de uma leitura lenta e gradual ainda vão parecer distantes da sua realidade. Claro que sempre é possível ler o Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo antes do A Arte de Fazer Acontecer, ou até mesmo ler apenas o Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo, mas acredite, seu aproveitamento será muito maior se os ler na seqüência apropriada.
Veja esses livros na Livraria Cultura
Um resumo do livro em pouquíssimas palavras pode ser encontrado na capa do livro: 52 princípios do código da produtividade. Quanto ao "o que é" o livro isso basta, mesmo que não represente a profundidade do livro, representa, sim, o conteúdo. São 52 capítulos que colocam pontos de vistas (sempre justificados e bem explanados) sobre produtividade pessoal. O que, aliás, ajuda muito na velocidade de leitura. Eu li suas quase 200 páginas em menos de 2 horas. Mas a verdade é que nem tudo são flores, ou melhor dizendo, tão prático assim.
É muito fácil ler o livro. É muito fácil terminar o livro. É muito fácil entender o livro. NÃO é fácil colocar o livro em prática. Ao contrário do livro "A Arte de Fazer Acontecer", você não vai terminar a leitura e colocar tudo em prática. Não vai conseguir absorver os conceitos e traduzi-los em produtividade com alguns exercícios simples. Não vai conseguir absorver em seus hábitos, nem 10 dos 52 princípios, excetuando aqueles que já haviam sido introduzidos em meio ao A Arte de Fazer Acontecer e que você já colocou em prática em pouco tempo. O livro não é um manual prático de como mudar sua vida, é uma explanação filosófica de como um manual prático pode mudar sua vida se você permitir.
O livro é bom, mas não deve ser lido da forma que eu li. Sinceramente não adiantou nada o que eu fiz, exceto saber o que tenho que fazer daqui por diante. Minha recomendação é que leia um capítulo por dia. Assim, levará 52 dias para ler o livro, mas será possível avaliar, absorver e incluir os conceitos ao seu dia-a-dia sem grandes obstáculos. Na pior das hipóteses terá tido tempo para perceber como cada um dos princípios te afeta de forma particular e como deve responder a esse estímulo. Provavelmente perceberá que alguns deles são pouco ou nada proveitosos, não que eles não o sejam de fato, mas por que estes não representam sua realidade atual ou que outros já fazem parte do seus hábitos (como o "dia de revisão" inicialmente proposto no A Arte de Fazer Acontecer e que foi uma das coisas que eu mais facilmente inclui nos meus hábitos após ler o livro).
Sei que não devo ser maioria nessa opinião, mas eu colocaria o Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo como uma leitura opcional. Que ser for lido, deve ser lido não apenas depois do A Arte de Fazer Acontecer, mas também depois de ter assumido consigo mesmo o compromisso de usar o GTD como uma forma de gerenciar sua vida, do contrário, vários conceitos importantes podem passar desapercebidos e mesmo depois de uma leitura lenta e gradual ainda vão parecer distantes da sua realidade. Claro que sempre é possível ler o Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo antes do A Arte de Fazer Acontecer, ou até mesmo ler apenas o Gerencie Sua Mente, Não Seu Tempo, mas acredite, seu aproveitamento será muito maior se os ler na seqüência apropriada.
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