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Friday, July 03, 2009

Os bons hábitos do usuário do computador

Há recomendações que deviam ser seguidas por todos nós, usuários.

Infelizmente, como toda recomendação ou regra, elas são questionadas por alguns e não são seguidas por muitos.

Da série de tópicos: faça o que eu escrevo, mas não faça o que eu faço, proponho relembrar alguns desses bons hábitos, que como já induzi a crer, não são completamente seguidos por mim, mas não deixam de ser bons hábitos.

A maior parte dessas dicas são aplicáveis em qualquer sistema operacional.
  1. Use boas senhas. Nada de 123456, ou password, ou data de aniversário, etc.
  2. Modifique as senhas padrões dos seus aplicativos. Se usa aplicativos ou hardwares com senhas padrões, modifique-os. Você pode não ser dono de uma grande rede, mas não quer dor de cabeça do mesmo jeito.
  3. Não use espaços e/ou caracteres especiais nos nomes dos arquivos. Prefira letras minúsculas separadas por underlines ou notação estilo "WikiPage" (desse jeito que escrevi). Nada de apóstrofo, aspas, ponto de exclamação ou interrogação, nem símbolos como dóllar, hash, arroba, etc. O dóllar ($), por sinal, é um terror, pois $nome é variável, assim, um arquivo que se chame "algo$nome" somente é "protegido" com aspas simples ou usando barra invertida. Esse tipo de caractere trás muitos problemas.
  4. Registre os nomes dos aplicativos que possui e usa. Qualquer gerenciador de programas descente possui esse tipo de habilidade. Não confie na memória. Muito embora, seja interessante fazer uma limpeza no arquivo eliminando aqueles aplicativos que não te foram úteis durante as atividades.
  5. Faça backup. Preferencialmente do sistema inteiro, mas impreterivelmente dos arquivos pessoais em mais de uma mídia/tecnologia (se possível). Um gravador de DVD custa muito pouco hoje em dia, a mídia também é barata.
  6. Faça backup dos seus aplicativos online. E não adianta cobrir o sol com a peneira. Se suas notas estão no evernote e os seus e-mails no gmail, faça backup disso também. Não ignore essa necessidade.
  7. Anote e guarde suas configurações mais usuais. Parece que é a mesma coisa que um backup, e até é, se for para restaurar as configurações no mesmo ambiente. Mas aqui eu estou falando de manter um registro de todas aquelas configurações que de tão intuitivas você nem lembra que são uma alteração que você mesmo induziu ao sistema. Se um dia precisar de usar esses recursos em outro sistema, não tem jeito do backup ser tão eficiente assim.
  8. Não tenha receio de danificar o sistema. Não é a mesma coisa de "pode meter o martelo". O que quero dizer é que há pessoas que não fazem testes porque temem pelas conseqüências da estabilidade (eu mesmo faço isso, e em muitas ocasiões, com boas justificativas técnicas e morais). Mas esse temor pode lhe custar um grande benefício. Vide minha transição para o Arch Linux, eu ganhei muito, perdi nada e não tinha feito isso antes por receio de ficar improdutivo por muito tempo.
  9. O melhor programa é aquele que você sabe usar e que faz o que você quer fazer. Por até haver um programa que seja tecnicamente melhor que outro, mas as vezes, mudar é como utilizar uma bomba para quebrar um vaso de vidro. Use a melhor ferramenta para o seu objetivo e ponto final.
  10. O programa que você não usa, evolui. Mude quando o novo programa for a escolha certa. Completando o item anterior, a melhor ferramente pode ser outra no futuro. Não deixe de mudar. O equilíbrio entre o item anterior e esse é o que estimula a produtividade. A falta de equilíbrio gera problemas de diversos níveis. E lembre-se do item 8.
  11. O computador é uma ferramenta para um objetivo. Não se esqueça disso.
  12. Crie uma metodologia para gerenciar os seus arquivos. E não se acomode. Deixar muitos arquivos bagunçados no computador é algo fatal. Preferencialmente, essa metodologia deve ser tão simples quanto possível, mas não mais simples do que o necessário, intuitiva, fácil de executar e adapatável a evolução usual das idéias, ou seja, que seja facilmente gerenciável.
  13. Leia os manuais. Certo que há manuais mais extensos do que o tempo disponível para lê-los. Certo também que há manuais menos úteis do que devia. Mas eles existem. Se não quer ler o manual de um programa que não sabe usar, considere usar outro programa. Nota: Tutorias e exemplos ajudam muito, mas não são os bons manuais fontes de tutoriais e exemplos ?
  14. As atividade administrativas são executadas pelo administrador, as de usuário comum, pelo usuário comum. Isso é regra básica para gerenciamento de sistemas.
  15. Mantenha o registro do seu hardware. Colete todas as informações possíveis sobre o seu hardware e guarde em algum lugar seguro. Pode até ser em mídia eletrônica, mas lembre-se de não usar apenas no próprio computador.

Sunday, May 27, 2007

Aterramento

O Aterramento constitui um ponto de tensão referencial constante e nula no seu sistema elétrico. Isso, em palavras bem simples, representa uma forma do seu "sistema" saber se a fase(s) e/ou o retorno estão fornecendo o valor correto.

Para simplificar a explicação, considere um no-break e uma rede elétrica de 127 V. Duas informações são importantes aqui. A primeira é que a diferença de tensão entre a fase e o retorno é de 127 V, a segunda é que a fase seja o mais próximo de 127 V e o retorno seja o mais próximo de 0 V possível quando comparado com o "terra".

Vamos supor que um rede tenha fase de 137 V e um retorno de 10 V quando comparado com um terra. A diferença de tensão entre a fase e o retorno é 127 V, e isso é ótimo, mas isso não significa que essa rede elétrica seja apropriada. Na verdade, o 137 V representa um risco para os equipamento elétricos sensíveis. Obviamente, não se observa as três diferenças simultaneamente, basta verificar que a diferença de tensão entre a fase e o retorno seja de 127 V e que a diferença de tensão entre o retorno e o terra seja inferior a 3 V (A tolerância de 3 V é o máximo recomendado).

Se você usa um no-break e usa um terra eficiente, então no exemplo acima o no-break entra em ação no lugar da rede elétrica (ou pelo menos deveria, tem muito produto ruim pelo mercado).

Agora, se você usa um no-break e não usa um terra, então, para ele no-break, não existe forma dele saber se o sistema estaria ou não funcionando corretamente. Se o seu no-break é um caro no-break verdadeiro, então ele recebe o impacto de todo o problema nele e emite sempre de sua(s) bateria(s) uma saída de tensão adequada. A maioria dos no-breaks disponíveis não funcionam assim, eles só vão entrar em ação quando for detectado algum tipo de problema (tipo a diferença de tensão entre a fase e o retorno for maior ou menor que os 127 V mais ou menos a tolerância que o equipamento permite).

Uma outra informação importante é o que é exatamente um aterramento. Por mais simples que pareça, ele é um fio ligado a uma barra metálica (exemplo: uma barra de cobre) enterrada na terra. Essa barra metálica possuí especificações e critérios para ser escolhida adequadamente, a barra de cobre é usual, mas sua espessura é determinada pela qualidade da terra (do chão) e pela quantidade de uso estimado pelos sistemas pendurados. Essa barra metálica possuí um funcionamento similar a um ânodo de célula eletrolítica, o que na parte mais importante da história significa que ela desaparece com o tempo.

Construindo um terra efetivo
  • Se você não tem um terra e mora em uma casa, faça um buraco na parece, passe um fio de 4 mm por ele e conecte, com solda, a uma barra de cobre de 10 mm de espessura e 2 metros de comprimento para assegurar uma tomada com um terra hiperdimensionado. Para uma casa inteira eu recomendo contatar uma empresa especializada.
  • Para um prédio, infelizmente, a empresa especializada é realmente a única opção de construir um terra efetivo. Qualquer outra medida pode parecer eficiente, mas pode se tornar uma senhora dor de cabeça no futuro.
  • Para ambos os casos, podemos ignorar um terra e comprar um módulo de isolamento. O que esse módulo faz é simular um terra efetivo sem qualquer tipo de obra na casa ou no prédio. Ele se parece com um estabilizador, mas o estabilizador ou o próprio no-break, devem ser ligados nele. O problema é que os módulos disponíveis ainda têm pouca potência, fazendo-se necessário ter mais de um para manter um monitor e um computador de (pen)última geração.
O que você NÂO deve fazer ?
  • Se você tem um terra, não deve ignorar que deve trocar a tal barra metálica do aterramento periodicamente. De 6 em 6 meses seria uma boa escolha. Se não for possível, pelo menos de ano em ano. Não pense que o terra de hoje estará funcionando daqui a 3 anos sem manutenção apropriada, porque não estará.
  • Existe uma ordem na tomada se o terra estiver conectado para conectar a fase e o retorno. Ignorar essa ordem da tomada (ou seja, ter uma "tomada invertida") pode trazer sérios problemas para todo o circuito do terra. Veja a ordem correta na figura, a imagem representa a tomada na parede (fêmea), cuidado com o efeito espelho no plug (macho) para não trocar a ordem. Dica, o plug costuma ter escrito nele a informação de quem é o terra, fase e neutro (retorno).

  • Você não deve ligar o terra no retorno. O motivo explicado pela internet é de possíveis problemas com relação a inversão do retorno com a fase na caixa de energia. De fato isso seria um problema grave, mas também seria um problema (em menor escala) se alguém fizesse isso com o terra ativado criando uma tomada invertida. Para mim o motivo mais lógico para você não fazer isso, é que não serve para nada, não existe qualquer benefício, já que o sistema (o no-break, por exemplo) continuaria se limitando a fazer a verificação de diferença de tensão entre a fase e o retorno (que também seria o terra). Além de não trazer vantagens, trás o risco de alguém que não devia fazer a besteira de inverter a conexão ligando o terra na fase.
  • Você não deve ligar o fio terra ao vergalhão da pilastra do seu apartamento. Lembra que lá em cima eu disse que a tal barra metálica desaparece com o tempo ? Leu depois que eu disse que é preciso trocar a tal barra metálica periodicamente ? Então, por favor, reflita sobre isso: Como vai fazer para trocar a barra metálica da pilastra do seu apartamento ? Eu não sou engenheiro civil, mas eu posso apostar que a pilastra "serve" para alguma coisa, conseqüentemente, o vergalhão idem. Não me parece razoável usar esse vergalhão como ânodo de um sistema. Aliás, imagina se a moda pega e todo mundo no prédio resolve fazer a mesma coisa. Em "pouquíssimo" tempo não teria vergalhão algum no prédio.
  • Não deve usar a tubulação esgoto/água de chumbo/metálica para ser o condutor do terra. Pelo amor de Deus, eu preciso explicar isso ? Acreditem, tem gente que faz isso. De qualquer forma, só para não dizerem que eu não expliquei direito, lá vai: você vai fazer um belo buraco no tubo de água/esgoto. Se isso não é o bastante para considerar isso uma idéia estúpida, lembre-se dos possíveis choques ao se abrir a torneira, enfim: NÃO faça isso.
O que acontece se eu não tiver um terra ?

Primeiro quero deixar bem claro que um terra pode ser considerado indispensável por 10 entre 10 especialistas no assunto e que eu, mesmo não sendo um especialista, também recomendo ter um terra, portanto vou mencionar abaixo quais seriam as possíveis conseqüências de não ter um terra, isso não significa que eu recomende não ter um terra.

Bom, vamos dizer o seguinte, você tem algum problema hoje ? Seu computador possuí milhares de defeitos inexplicáveis ? Você já perdeu "muitos" HDs, placas de vídeo, memória, até CPU ou placa mãe, sem que isso seja realmente uma coisa muito óbvia ? Não ? Então sua rede de eletricidade é boa. Certamente não é perfeita e um terra eficiente seria muito bom, mas a ausência não é o fim do mundo.

Talvez você leve alguns choques quando toca na carcaça do computador, talvez isso faça seu monitor tremer de vez em quando (quando alguém liga o chuveiro elétrico e isso não acontece com os LCDs). Mas nada que realmente justifique uma preocupação extra.

Acontece que o terra só será usado quando a diferença de tensão entre o retorno e o terra forma maior que um determinado valor, vamos dizer, 5 V. Oras, se na sua casa/apartamento o seu retorno de energia for sempre menor do que esse valor (sob um hipotético e inexistente terra), então ter ou não o terra não seria problema.
Você dificilmente perderia seu computador por causa de um pico de luz, se tiver um no-break ou um estabilizador de verdade (que são raros e até mais caros que os no-breaks mais simples), mesmo não aterrado, porque o retorno na sua rede elétrica é limpo, mesmo não sendo 100 %.

Agora, se o seu computador passa mais tempo com o técnico do que com você e ninguém sabe te explicar porque você tem tanto azar de ter receber sempre as peças mais problemáticas mesmo quando escolhendo as peças de boa qualidade, então pense com carinho na possibilidade de ter um problema na rede elétrica. E lembre-se que mesmo que a diferença de tensão entre a fase e o retorno seja apropriada não significa que tenha uma rede elétrica de qualidade. Vale apena pensar em investir em um teste adequado na rede elétrica construindo um aterramento ou comprando um módulo de isolamento.

Lembrando também que a distribuidora de energia possuí um sistema de aterramento que deve ser eficiente o suficiente para manter o retorno limpo, sendo assim, eventuais danos materiais provocados pelo simples uso da rede elétrica são de responsabilidade da distribuidora.

Claro que isso não resolve o problema dos eventuais dados perdidos, então, backup, backup e backup. E o mais importante, não deixe o backup conectado 24 horas na mesma energia desprotegida que o seu computador, ele corre o risco de queimar junto com o original.

E o resto da casa ?

Toda casa precisa de um terra, mas a verdade é que apenas equipamentos eletrônicos são realmente sensíveis a esse tipo de problema. Para a maioria dos outros equipamentos, tipo: geladeira, ferro elétrico, máquina de lavar, etc. o terra serve de proteção para o usuário (E, claro, isso também é importante!). Evita que você leve choque ao tocar na parte metálica da geladeira ou na parte metálica da máquina de lavar ou ao tomar banho ... Bem, pensando nisso (e em outras coisas) é que a maior parte dos produtores desses equipamento deixaram de usar tanto metal e passaram a usar plástico. Não chega a ser um problema muito grande que sua geladeira não tenha um terra conectado.

Lembrem-se, por fim, que ter um aterramento adequado é importante para a segurança pessoal e para a segurança dos equipamentos, mas é melhor não ter um aterramento, do que ter um terra que não funciona.

Saturday, April 14, 2007

Quanto tempo leva para decodificar uma senha ?

A cada dia que passa estamos ficando mais online. A cada dia, dependemos mais e mais de serviços disponibilizados pela internet. Com isso, com quadruplica-se a necessidade de ter senhas confiáveis para todos os tipos.

Quando tempo levaria para decodificar a sua senha por força bruta, ou seja, tentando todas as possibilidades possíveis ?

Esse artigo mostra exatamente isso. Ele fez as contas e coloca quanto tempo levaria para decodificar uma senha de até 8 caracteres em 6 classes diferentes de computadores, definidas pela capacidade de processamento de senhas por segundo (no fim da página).

No fim, chega-se as seguintes conclusões:
  • Qualquer computador de quinta categoria pode decodificar sua senha de banco em alguns minutos.
  • Usar senha de 8 dígitos, considerando apenas a matriz básica (62 caracteres), ou seja, números e letras maiúsculas e minúsculas simultaneamente (a forma mais comum de senha) levaria apenas 60 horas em um supercomputador (nem tão potente assim).
  • O "povão" não vai decodificar sua senha tão cedo.
  • Instituições federais, reguladoras, etc (dê o nome que preferir...) podem sim decodificar suas senhas de 8 caracteres em menos tempo do que se imagina. Eles possuem sistemas computacionais para fazer o serviço em alguns dias.
Bom, mas situação não é tão grave assim. A maioria dos sistemas (incluindo os dos bancos) possuem técnicas para travar o acesso quando ocorre esse tipo de ataque. De qualquer forma pode-se começar a imaginar que com o desenvolvimento dos "quadricores" teremos em muito pouco tempo acesso a possibilidade de decodificar aquele arquivo compactado ou até aquele HD codificado.

O segredo para continuar a manter o seus dados protegidos é aumentar o tamanho da senha. Vimos que uma senha de 20 caracteres de tamanho com uma matriz de 26 caracteres levaria cerca de 631 Bilhões de anos para ser decodificada com um sistema que processa 1 bilhão de senhas por segundo. Assumindo que o sistema mais rápido ainda é aquele mencionado no final da página que processa 76 bilhões de senhas por segundo, ainda levaria mais de 8,3 bilhões de anos, mesmo considerando que a senha possa ser alcançada com um terço das possibilidades, isso ainda seria quase 3 bilhões de anos.

Ainda não é necessário fazer um aumento tão volumoso, mas aquela regra que dizia que 8 caracteres estava de bom tamanho está começando a ficar questionável. O ideal do momento diz que teremos que passar a usar uma senha 12 caracteres de tamanho, se ainda quisermos manter a tradicional matriz de 62 caracteres.

Agora resta buscar uma forma de manter senhas desse tamanho em local seguro ou você acha que vamos conseguir gravar essas senhas ?

Friday, February 23, 2007

Seu computador está lento ? Troque o mouse

Você não leu o título do tópico errado. Se o seu computador estiver mais lento do que ele já esteve um dia, se ele parece estar enferrujando, então existe uma grande possibilidade do seu problema ser o mouse.

Esse pequeno periférico é por onde passa a maioria das sensações que experimentamos dia-a-dia na frente do computador. Já reparou que os periféricos usuais limitam-se a teclado e mouse ? Já percebeu que excetuando quando o teclado apresenta nítidos problemas (tecla que não digita), todas vezes que reclama com o seu computador da lentidão é quando está usando o mouse ? Existem razões para isso.
  • O teclado nunca parece lento, porque você é mais lento que o teclado, ou seja, nós demoramos mais tempo para digitar do que o computador leva para escrever na tela.
  • Por outro lado, com o mouse é exatamente o contrário. Nós primeiro pensamos: quero o mouse "aqui" e depois fazemos o movimento com a mão. Tudo leva alguns milésimos entre o raciocínio e o movimento, mas a verdade é que a mente já está esperando o movimento terminado quando começamos a executar ele. Então, qualquer atraso que o mouse "adicione" a esse processo, por menor que seja, é sentido.
Se você tem certeza de que não é vítima de nenhuma praga virtual (ak, vírus, spys, etc...), se o seu sistema de dados não está fragmentado, ou se você usa linux (ou seja, livre dos dois últimos itens), a primeira coisa a fazer é verificar se não passou a carregar muitos mais programas do que antes(*). Se você continua usando os mesmos programas de sempre, então teste outro mouse. Compre outro ou pegue emprestado com alguém que tenha um novo. O desgaste natural desse equipamento ocorre de forma significativa muito antes de existir de se observar um defeito, ao rigor da palavra "defeito". Por causa do "desgaste natural" de qualquer mouse, ser novo é uma característica importante para esse teste ou você pode acabar trocando por algo pior.

Hoje chegou o meu mouse novo e parece que comprei um computador novo por 32,90 reais.

Só não vale ter um "Pentium 100" e esperar que ele vire um "Duo Core 2" com a troca do mouse !

(*) Não sabe quais são eram os seu programas ativos ? Não sabe se isso aumentou hoje ? Bem isso pode ser um problema. Evite essa pergunta, faça uma lista de todos os programas ativos, não é tão difícil quanto parece. Exemplo: Uso o KDE com o superkaramba (6 temas), amarok, klipper, 4 áreas virtuais. Por baixo dos panos eu tenho o servidor ssh, o apache, servidor mysql. Usualmente estou com o firefox e o kate aberto. Esses são os básicos, aqueles que estão sempre por ali, abertos, não importa o que eu esteja fazendo. Se tentar fazer a sua lista verá que é muito simples. É mais fácil fazer essa lista do que escrever ela em um blog destacando os nomes de softwares em itálico.

Wednesday, February 07, 2007

Coisas para fazer sem internet (ou sem computador)

Estou parcialmente plagiando o título desse post do MeioBit. Acabei de ler o post e isso me lembrou de quando eu comprei o meu computador. Era uma época que apesar de existir internet e de não ser incomum encontrar pessoas que a usassem, ela ainda era uma menina, uma criança, e eu não tinha condições financeiras de comprar um modem. Isso, precisei de economizar 1 ano para comprar um modem bem simples.

Mas eu tive computador por esse ano. E sempre digo que foi nessa época que eu aprendi a usar a máquina. Imagine: Hoje, você chega liga o computador e conecta-se automaticamente na internet em conexão de alta velocidade e tem um verdadeiro universo de informação de todos os tipos e qualidades para absorver, de qualquer forma, muito mais informação do que é possível absorver. Isso consome tempo. Na verdade, todo o tempo que quiser ceder a essa tarefa. Então, quanto tempo se dedica a aprender a usar um novo software (possível candidato a substituir o seu atual)? Ou a aprender como modificar/melhorar/entender o seu sistema operacional de forma sensível ? Quando foi a última vez que organizou o seu computador, por dentro (software) ou por fora (hardware) ?

De uma forma, o texto Coisas para fazer sem internet relembra uma série de tarefas que precisam ser executadas no computador. Dependendo do sistema operacional com maior ou menor importância, mas de qualquer forma, tarefas.

Além dicas listadas eu acrescentaria duas coisas: a primeira, backup. Sim, lembre-se de fazer backups dos dados importantes ou do HD inteiro, se possível. A segunda: organize seus CDs. O número de CDs/DVDs guardados cresce com o tempo. Isso é fato. Estamos sempre gravando alguma coisa e raramente jogando fora. Pode olhar. Talvez eu guarde muito mais do que a maioria, mas todo mundo se preocupa em guardar aquele arquivo importante para a faculdade/trabalho que depois de alguns meses/semanas passa a ser uma acumulador oficial de poeira. Revisar isso será de grande ajuda quando realmente precisar de um arquivo guardado.

Não obstante. Esse mês que fiquei de férias me faz fortalecer a sétima dica do post. Desligue o computador e vá fazer qualquer outra coisa. Se não quer sair de casa (cinema, teatro, show, balada, amigos, etc), leia, veja um DVD, ouça música, faça o que gosta, seja como for, observe como será valioso os momentos que se dedicará a fazer algo completamente diferente. E principalmente, como se sentirá melhor ao retornar.